SÃO JOSÉ DO RIO PRETO | SEGUNDA-FEIRA, 26 DE JULHO DE 2021
CONSELHO DE ÉTICA

Vereador Renato Pupo nega ataque a colega em plenário

Ele falou sobre a representação de Anderson Branco (PL), em que o acusa de usar palavras em tom pejorativo durante sessão realizada no mês de maio

Rodrigo LimaPublicado em 22/07/2021 às 00:06Atualizado há 22/07/2021 às 08:15
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Vereador Renato Pupo (PSDB) presta depoimento aos integrantes do Conselho de Ética nesta quarta (Divulgação/Câmara de Rio Preto)

O vereador Renato Pupo (PSDB) prestou depoimento nesta quarta-feira, 21, aos integrantes da Comissão de Inquérito do Conselho de Ética da Câmara que apura suposta quebra de decoro cometida pelo tucano. Ele falou sobre a representação de Anderson Branco (PL), em que o acusa de usar palavras em tom pejorativo durante sessão realizada no mês de maio.

Pupo teria dito que Branco "tem lá seus motivos para não gostar da Polícia Civil, parece que teve um ‘sócio’, sei lá, um desafeto lá". O tucano já havia sido notificado pelo colegiado e apresentou defesa por escrito, que também será levada em consideração pelos parlamentares.

Pupo, que se apresentou à comissão acompanhado do advogado Paulo Younes, reforçou os argumentos de sua defesa prévia. O vereador do PSDB disse que não usou palavras com conotação pejorativa. Disse também que não teve intenção de ofender Branco.

Pupo havia dito que também se sentiu atacado pelo colega do PL na mesma sessão, mas que o Conselho de Ética não havia se posicionado se abriu ou não representação também contra Branco.  

A comissão tem como presidente Celso Peixão (MDB), relator Julio Donizete (PSD), e membro Bruno Moura (PSDB). Branco já havia prestado depoimento na semana passada e reafirmou o teor da representação contra Pupo. Com a conclusão das oitivas, os três parlamentares vão elaborar um relatório final.

"Ele (Pupo) respondeu as perguntas e vamos nos reunir para tomar uma decisão sobre esse caso", afirmou Peixão. "Pupo disse que usou a palavra sócio e se corrigiu. Não era aquilo que o Anderson (Branco) tinha interpretado. E falou sobre brincadeira que fez como ocorre em outros lugares", disse.

Entre as punições previstas estão a censura verbal, advertência por escrito, suspensão ou cassação do mandato. Para o presidente do Conselho de Ética, Paulo Pauléra (PP), o caso é para uma medida mais branda.

(Com Francela Pinheiro)

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