Por um voto, Câmara de Rio Preto rejeita projeto que revoga planta genérica de valores
Foram 11 votos favoráveis, um a menos que o necessário; veja como cada vereador votou

Em uma sessão tensa e com protestos, a Câmara de Rio Preto rejeitou nesta terça-feira, 3, projeto que revoga a planta genérica de valores. A proposta precisava de 12 votos para ser aprovada na legalidade. O projeto recebeu 11 votos favoráveis, 9 contrários e dois vereadores se abstiveram. Moradores gritaram "vergonha".
Com isso, continua a valer a Planta Genérica de Valores (PGV) aprovada em setembro do ano passado, de autoria do governo do Coronel Fábio Candido (PL).
O projeto era encabeçado por grupo de vereadores que fazem oposição ao governo do Coronel Fábio Candido (PL). Foi assinado por João Paulo Rillo (PT), Abner Tofanelli (PSB), Alex Carvalho (PSB), Jean Dornelas (MDB), Alexandre Montenegro (PL), Pedro Roberto (Republicanos) e Renato Pupo (Avante).
Vereadores da base, por sua vez, defendem a medida anunciada na última semana pelo prefeito de reavaliação de valores de todos os 267 mil imóveis cadastrados na cidade. A cobrança de IPTU, com aumento de até 20% para este ano, não terá alteração.
Antes da votação, houve intensa movimentação na Câmara, com fila para entrar.
Veja como cada vereador votou:
Anderson Branco: contra
Bruno Marinho: contra
Bruno Moura: contra
Eduardo Tedeschi: contra
Irineu Tadeu: contra
Júlio Donizeti: contra
Márcia Caldas: contra
Robson Ricci: contra
Rossini Diniz: contra
Abner Tofanelli: favorável
Alexandre Montenegro: favorável
Alex Carvalho: favorável
Celso Peixão: favorável
Felipe Alcalá: favorável
Jean Dornelas: favorável
João Paulo Rillo: favorável
Odélio Chaves: favorável
Paulo Pauléra: favorável
Pedro Roberto: favorável
Renato Pupo: favorável
Francisco Júnior: abstenção
Jonathan Santos: abstenção