Diário da Região

Por um voto, Câmara de Rio Preto rejeita projeto que revoga planta genérica de valores

Foram 11 votos favoráveis, um a menos que o necessário; veja como cada vereador votou

por Vinícius Marques
Publicado há 4 horasAtualizado há 2 horas
Placar da votação na Câmara de Rio Preto (Edvaldo Santos 3/3/2026)
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Placar da votação na Câmara de Rio Preto (Edvaldo Santos 3/3/2026)
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Em uma sessão tensa e com protestos, a Câmara de Rio Preto rejeitou nesta terça-feira, 3, projeto que revoga a planta genérica de valores. A proposta precisava de 12 votos para ser aprovada na legalidade. O projeto recebeu 11 votos favoráveis, 9 contrários e dois vereadores se abstiveram. Moradores gritaram "vergonha".

Com isso, continua a valer a Planta Genérica de Valores (PGV) aprovada em setembro do ano passado, de autoria do governo do Coronel Fábio Candido (PL).

O projeto era encabeçado por grupo de vereadores que fazem oposição ao governo do Coronel Fábio Candido (PL). Foi assinado por João Paulo Rillo (PT), Abner Tofanelli (PSB), Alex Carvalho (PSB), Jean Dornelas (MDB), Alexandre Montenegro (PL), Pedro Roberto (Republicanos) e Renato Pupo (Avante).

Vereadores da base, por sua vez, defendem a medida anunciada na última semana pelo prefeito de reavaliação de valores de todos os 267 mil imóveis cadastrados na cidade. A cobrança de IPTU, com aumento de até 20% para este ano, não terá alteração.

Antes da votação, houve intensa movimentação na Câmara, com fila para entrar.

Veja como cada vereador votou:

Anderson Branco: contra

Bruno Marinho: contra

Bruno Moura: contra

Eduardo Tedeschi: contra

Irineu Tadeu: contra

Júlio Donizeti: contra

Márcia Caldas: contra

Robson Ricci: contra

Rossini Diniz: contra

Abner Tofanelli: favorável

Alexandre Montenegro: favorável

Alex Carvalho: favorável

Celso Peixão: favorável

Felipe Alcalá: favorável

Jean Dornelas: favorável

João Paulo Rillo: favorável

Odélio Chaves: favorável

Paulo Pauléra: favorável

Pedro Roberto: favorável

Renato Pupo: favorável

Francisco Júnior: abstenção

Jonathan Santos: abstenção