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DIÁRIO TEC

Estudo relaciona smartphones e smartwatches a interferências em marca-passos

Segundo o estudo, os celulares e relógios inteligentes mais novos têm apresentado correntes magnéticas cada vez maiores, o que significa a necessidade de um maior cuidado pelos pacientes com dispositivos implantados

por Núcleo Digital
Publicado em 01/09/2021 às 21:30Atualizado em 02/09/2021 às 05:09
Médico orienta a colocar o smartwatch no braço oposto ao lado do marca-passo (Freepik/Banco de Imagens)
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Médico orienta a colocar o smartwatch no braço oposto ao lado do marca-passo (Freepik/Banco de Imagens)
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Um estudo recente confirmou a recomendação a todos os usuários de dispositivos médicos implantados, como marca-passos, de manter celulares e relógios inteligentes a uma distância mínima de 15 centímetros do local do implante. Elaborada por pesquisadores do Centro de Dispositivos e Saúde Radiológica (CDRH) da Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos, a pesquisa teve como ponto de partida a possibilidade da interferência de determinados aparelhos que utilizam ímãs de alta intensidade, como os smartphones e smartwatches, no funcionamento normal de marca-passos e desfibriladores implantáveis.

O marca-passo é um modelo de dispositivo eletrônico cardíaco e possui a função de estimular o coração, via corrente elétrica, em pessoas com algum distúrbio no ritmo cardíaco. A interferência pode acontecer porque esses dispositivos possuem um modo magnético para serem desligados quando necessário, função que pode ser acionada por acidente quando são expostos a campos magnéticos superiores a 10 Gauss. “Quando essas correntes atingem o marca-passo, ele pode interpretar essa corrente como um ritmo próprio do paciente ou uma arritmia e disparar choques de maneira indevida ou até parar esses disparos e o paciente ter problemas”, explica Thiago B. Cury Megid, médico cardiologista do Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC) de Rio Preto.

Segundo o estudo, os celulares e relógios inteligentes mais novos têm apresentado correntes magnéticas cada vez maiores, o que significa a necessidade de um maior cuidado pelos pacientes com dispositivos implantados na hora de usar esses eletrônicos. “É importante ressaltar que são casos raríssimos de interferência, mas, para que o paciente com marca-passo possa usufruir de todas as tecnologias com segurança, orientamos que haja uma distância segura. No caso dos celulares e smartwatches, a distância segura para não haver nenhum tipo de interferência é em torno de 15 cm”. O médico orienta ainda que, sempre que possível, o paciente com marca-passo opte por usar esses aparelhos do lado oposto ao que o dispositivo está implantado.

DICAS DA SEMANA

Smart Lock

Quem mantém o celular protegido com senha, PIN, impressão digital ou reconhecimento facial provavelmente precisa desbloquear o dispositivo várias vezes ao dia. Mas, sabia que, desde 2015, o Google disponibiliza o Smart Lock? O recurso tem opções para manter o dispositivo desbloqueado por mais tempo. Ele está disponível em aparelhos Android e é personalizável a partir do painel de configurações principal. Veja algumas das opções:

Detecção corporal

Depois de desbloqueado uma vez, o aparelho ficará acessível enquanto o usuário estiver transportando o celular. Assim, se, desbloqueado, o telefone for colocado na bolsa enquanto o usuário caminha, não ser á necessário desbloqueá-lo da próxima vez que pegá-lo.

Lugares confiáveis

Ao selecionar a opção “lugares confiáveis”, o usuário pode evitar a autenticação onde geralmente não é necessária, como sua casa, mas ainda mantendo o telefone protegido em outras áreas. O usuário pode definir locais específicos, endereço ou localização.

Dispositivos confiáveis

O Smart Lock pode ser ativado para reconhecer o emparelhamento Bluetooth. Assim, o aparelho vai evitar a tela de bloqueio quando
se conectar a um dispositivo específico, como o sistema de áudio do carro ou fones de ouvido.

Correspondência de voz

A função permite ativar a voz para interagir com algumas funções do Google Assistente sem ter que desbloquear o dispositivo durante algum tempo, mas não o mantém integralmente desbloqueado
como nas outras opções.

TRENDING

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Tuítes por assinatura

Você pagaria para ler tuítes? Ao que parece, o Twitter vê nisso uma possibilidade real de faturamento para monetizar criadores de conteúdo. A plataforma anunciou nesta quarta-feira, 1º, a criação do “Super Follow”, ferramenta que permitirá aos criadores cobrar de 3 a 10 dólares mensais para oferecer conteúdos exclusivos a seguidores “VIPs”. A novidade está alinhada com o que outras plataformas vêm fazendo, como YouTube e Facebook, que já contam com modalidades próprias de cobrança por conteúdo extra.

Para ouvir junto

O Spotify lançou na última terça-feira, 31, o Match, função que vai verificar a “compatibilidade musical” entre amigos que utilizam a plataforma. A novidade vai gerar uma playlist personalizada para usuários que fizerem combinações com seus amigos, com uma pontuação que indica o grau de afinidade entre os usuários.

Cerveja grátis

O aplicativo Bebidas Online, em parceria com a Cervejaria Trieste, de Potirendaba, prorrogou até o dia 15 de setembro a campanha para oferecer cerveja grátis a quem se vacinou contra a Covid-19 em Rio Preto. Desde o início de agosto já foram distribuídos 300 packs de cerveja. A campanha é limitada a 100 packs por semana. Para ganhar, é preciso chamar o assistente virtual no app, mandar um emoji de seringa e uma selfie com o cartão de vacinação. A promoção vale apenas para quem já fez algum pedido no aplicativo nos últimos 10 dias.

Fusão

A empresa brasileira de software Totvs anunciou nesta semana a fusão de seis unidades — Rio Preto, Bauru, Presidente Prudente, Maringá, Londrina e Mato Grosso do Sul — para a criação da Totvs Oeste, o que representa 20% do atendimento da empresa no Brasil. A companhia informou que a fusão deve garantir “capilaridade de atendimento” em mais de 600 cidades onde está presente.