SÃO JOSÉ DO RIO PRETO | QUARTA-FEIRA, 06 DE JULHO DE 2022
CARTAS DO LEITOR

Tiragem

Publicado em 14/06/2022 às 23:21Atualizado em 14/06/2022 às 23:37

Parabenizamos ao Diário da Região que, neste dia 15/6/2022, quarta-feira, nesta edição publica o honroso número de tiragem Nº 21.000.

Desejamos que continuem com esse sucesso de liderança jornalística e informações sempre precisas.

Álvaro Arroyo Sobrinho, Rio Preto

Bônus

Por que nós, concursados há mais de 30 anos na prefeitura, não podemos também ganhar um bônus salarial? Seria para compensar o que estamos perdendo do nosso salário, que não roubamos de ninguém, pois nem a reposição da inflação temos direito por causa do teto salarial, vinculado ao cargo do prefeito, que é cargo político, não cargo de carreira, é muita injustiça.

Marcio Nogueira de Carvalho, Rio Preto

Eleições 2022

Tive o privilégio de estar com um político bastante influente da nossa região do qual tenho admiração pelo seu trabalho. Depois de ler um artigo do também colaborador em Cartas do Leitor Miguel Freddi (não me lembro do título, me desculpem) más do assunto descrito sim. Ele indagava porque o voto não era auditado ou impresso, quando desde um estacionamento era lhe conferido um comprovante. Eu acredito na confiabilidade do nosso TSE, considerado modelo mundial. Más essa questão do voto impresso, não tinha opinião formada. Ele relatou que se o voto fosse impresso as chances de corrupção seriam muito mais fáceis. Por exemplo, um cabo eleitoral do candidato X chega numa instituição e diz “te daremos um valor, mediante o comprovante, que você votou no nosso candidato”, ainda mais num país onde o voto é obrigatório. Convencido do porquê, fui além.

A visita do nosso atual presidente ao EUA, repleta de protocolos e compromissos, foi protagonizada e teve repercussão nacional ao questionar a legalidade do atual presidente americano nas eleições. No mínimo, uma falta de diplomacia, que já não é segredo para ninguém. Não estou fazendo propaganda eleitoral. Apenas levando a informação. Eu não acredito que termos grandes avanços, nos próximos 4 anos.

O sistema pluripartidário, também denominado “partidocracia”, nos apresenta o candidato prontinho, apto para votação. Talvez, nos próximos 100 anos, chegaremos perto de Nova Zelândia, Canadá ou dos Países Escandinavos. Já citei outrora e volto a repetir. Em Oslo, capital da Noruega, me assentei num ônibus ao lado de um senhor membro do parlamento, cujo filho de 8 anos, tinha desembarcado a 3 estações anteriores e desprovido de segurança particular, se direcionava a uma escola pública. Não precisamos ir tão longe.

O Chile, espremido na Cordilheira dos Andes, é o país latino- americano com maior confiança na economia que o colocou no 15° lugar dentro das 28 economias mensuradas no mesmo nível que Espanha e Israel e acima de países americanos como Brasil, México, Argentina e Peru. Só uma mera colocação. O Chile apresenta 98,6% de maiores de 15 nos que sabem ler e escrever. No Brasil, segundo pesquisa do IBGE, a taxa de analfabetismo é de 6,6%.Não sou pessimista. Realista sim.

Trata-se de uma questão cultural e educacional. Não quero apostar, mas enquanto a massa ignorante (que ignora) estiver num pseudo - poder, acreditando nas imensas listas das promessas eleitorais sem discernimento e conhecimento dos fatos, não há nada de ruim que não possa piorar. Aqui tudo pode acontecer. Até um Molusco sair da concha e transformar o sapo em príncipe. Façam suas apostas.

Rogério Roversi Martins, Rio Preto

Escola militar

Ao ler a manchete “Justiça veta escola cívico militar”, edição do Diário de 11/6, juro que soltei um palavrão que com certeza não seria publicado aqui, mas aposto que outros leitores nesse momento também estão indignados com essa ação movida pela Apeoesp, de ideologia de extrema esquerda e filiada à CUT.

Fiquei mais indignado com o parecer do juiz, que disse: “as escolas cívico-militar têm caráter nitidamente ideológico amparado em hierarquia e disciplina comportamental rígidas, típicas da organização militar”.

Então, pergunto à vossa excelência, se é melhor as escolas continuarem com essa ideologia esquerdista, onde falta hierarquia e disciplina, chegando ao ponto dos estudantes depredarem as salas de aulas, agredirem os professores e até fazerem tráfico de drogas.

Com uma decisão como essa, não tenho mais dúvidas que toda a justiça também está aparelhada e com viés político-partidário.

Infelizmente, o sistema não deixa o presidente implementar os seus projetos, porque o governo Bolsonaro não pode dar certo de jeito nenhum para que a esquerda possa se perpetuar no poder.

Porém, minha maior indignação é com aquelas pessoas que ainda não se deram conta do que está acontecendo no Brasil.

Não, não dá mais … chegou a hora de dar um basta!

Miguel Freddi, Rio Preto

Pessoa

Genial escritor. Nascido na data de 13 de junho de 1888. Língua Portuguesa, tão difícil de se expressar e tão bela em seus vocábulos, e tantas outras polêmicas, nos fez enxergar a importância das variantes do Latim.

A Última Flor do Lacio, em seu esplendor, cativante e chorosa, muitas vezes. Por várias sotaques ao redor do Mundo, fixou sua identidade em escritores como Fernando Pessoa.

Certamente, para a Língua Portuguesa, ao lado de Machado de Assis, expoentes preciosos. Acredito se eles não existissem, a beleza de nossa Língua Mater, não tivesse atingido a aura alcançada.

Falar de Fernando Pessoa é falar de diversas pessoas em seus textos. Mas, o mais importante, é não deixar de falar de sua pessoa central. É não deixar de mencionar este Grande Escritor.

Muitos anos se passaram desde sua passagem por nós. Como todo gênio, deixa sua marca torna-se isenta no Tempo e no Espaço.

Artista respeitado além das terras lusofonas, fortalecendo a nossa grande herança do Lacio.

Do Lacio, os laços que nos encanta, desta língua tão preciosa e versátil. Portanto, necessário o seu reconhecimento nas grades curriculares, assim, como de tantos outros escritores lusofonos.

Da lembrança do Nascimento de Fernando Pessoa, lembrando a importância de incentivar os nossos jovens e crianças, a real necessidade de sabermos falar a nossa língua, antes de qualquer outra.

Parabéns, Fernando Pessoa!

Gustavo Lepe, Rio Preto

 
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