SÃO JOSÉ DO RIO PRETO | QUARTA-FEIRA, 18 DE MAIO DE 2022
CARTAS DO LEITOR

Famerp

Publicado em 15/01/2022 às 19:51Atualizado em 15/01/2022 às 20:35

Em nome de toda equipe Unimed São José do Rio Preto, gostaria de parabenizar a Famerp, o doutor Francisco de Assis Cury e os alunos pela formatura da primeira turma de psicologia.

Reconhecemos a importância desses profissionais, principalmente, em tempos de pandemia.

A saúde mental e emocional são pilares para a vida do ser humano. Ter profissionais qualificados na área só tende a agregar em toda sociedade.

Acompanhamos de perto a luta da Famerp para conquistar mais esse curso público e agregar para a saúde multidisciplinar da nossa cidade.

Reforço nosso reconhecimento e parabenizamos a todos por essa conquista.

José Luís Crivellin - Presidente do Conselho de Administração da Unimed São José do Rio Preto

Fundão

Vamos começar com um raciocínio bem comum na vida das pessoas que comumente pretendem um futuro melhor. Estudar, formar-se, graduar-se, enfim, várias etapas para chegar ao topo, só que tudo isto tem um custo. Para os mais abastados passa com facilidade, porém tem o outro lado que não está na lista e terá que arcar com os custos que mesmo com os incentivos que o Governo Federal oferece. A conta chegará, concluindo tudo que um cidadão comum se propõe a fazer tem um preço.

Vejamos agora um cidadão se propõe a disputar um cargo político, uma das cadeiras mais disputadas. Caminho: filiar-se a um partido político, que é o que mais tem, de preferência com um padrinho forte para sua imagem atinja o número maior de eleitores, ou o melhor caixa cacifado que é o passaporte para qualquer eleição.

Agora vamos falar de onde vem este dinheiro, de um roubo a Nação que se chama “fundão” que prevê R$ 4,9 bilhões de reais para serem distribuídos entre os nada (nada menos) de que 33 partidos, teve um aumento simplório de 188% em relação às últimas eleições estaduais e federal. Pensa que o roubo para por aí, engana-se, pois os partidos ainda terão a quantia simplória de R $1. Bilhão do famigerado fundo partidário, com isto estes parasitas terão um total de R$ 5,9 bilhões de reais para suas farras paga pelo povo.

Considerando o atual momento que tudo está mais difícil, crises políticas, judicial, econômica, de saúde, enfim muitas, somos obrigados a encarar a falta de caráter de alguns políticos que compõe a classe na disputa nos bastidores qual será o endereço do dinheiro do assalto da população aprovada pelo Congresso.

Afirmam que o pilar das receitas para custeio das campanhas eleitorais (pasmem que não são baratas) é este roubo à população que eles acreditam ser o único caminho. Eu pergunto: o que nós temos com custo de campanha? O problema é unicamente deles, pois depois de eleitos legislam em favor próprio e a população que se dane.

Campanha política, para ser honesta, tem que ser bancada pelo seu postulante. E a quantia desse roubo, ainda que fosse uma parte mínima, teria que ser destinada aos brasileiros que realmente perderam tudo com as catástrofes ambientais. Mas o que se vê são viagens e promessas. E me dirigijo com todo respeito aos paraquedistas que estão se lançando em voo em direção a este reduto que é Rio Preto: que se cuidem; de forasteiros estamos com o calendário cheio.

Marcos Reis, Rio Preto

Djokovic

Conforme noticiado, ainda é incerta a participação do sérvio Novak Djokovic, o tenista sérvio número um do mundo, no Grand Slam do Australian Open, a realizar-se em Melbourne, a partir do dia 17 de janeiro. Ele pode ser penalizado por descumprir normas australianas que impedem a entrada no país de pessoas não vacinadas contra a Covid-19.

Isso decepcionaria todos os amantes do tênis, que poderão ser privados de assistir, presencialmente ou pela TV, à mestria de um grande jogador. Custava Djokovic se vacinar para não decepcionar seus fãs? Os grandes homens, no esporte, na política, na cultura ou em outras atividades, deveriam sempre deixar de lado o egoísmo pessoal, pensando mais no prejuízo que suas ações ou omissões poderiam causar à coletividade!

Salvatore D' Onofrio, Rio Preto

Esperança renovada

Celebramos nesse terceiro domingo de janeiro de 2022, o segundo do Tempo Comum e também dentro da caminhada de nossa trezena de São Sebastião abrindo a semana em que comemoraremos nosso padroeiro. O tempo comum iniciou na segunda-feira passada, após a celebração do Batismo de Jesus e essa primeira parte deste tempo vai até a terça-feira antes da Quarta-Feira de Cinzas quando, então, se inicia o Tempo da Quaresma. O Tempo Comum continuará após a celebração do domingo de Pentecostes. Essa primeira parte do tempo comum vai até a oitava semana.

O Tempo Comum é predominado pela cor verde, que simboliza a esperança na vinda do reino de Deus. Durante o Tempo Comum, acompanhamos Jesus em sua vida pública anunciando e pregando o Reino de Deus. Somos convidados por Ele a vivermos o Reino de Deus agora, aqui na terra e esperamos viver esse reino de maneira definitiva no céu.

O Tempo Comum é longo, dividido em duas partes, e ao todo são 34 domingos. Durante esse tempo, somos convidados a nos reunirmos em comunidade, com a nossa família, ao redor do altar. Somos enviados por Deus e iluminados pelo Espírito Santo a sermos testemunhas de Jesus Cristo e anunciadores da boa nova. Somos chamados a ser sal na terra e luz no mundo e viver de maneira plena o nosso batismo.

Continuemos esse tempo também chamado “durante ano” na esperança de que nossas preces sejam atendidas e de que o Reino de Deus se faça presente no meio de nós. O ano litúrgico, que neste ano, aos domingos temos o ciclo “c”, que tem o evangelista Lucas como preferencial, iniciou-se no primeiro domingo do Advento e vai até o final do Tempo Comum. Que cheguemos ao final desse ano litúrgico com as nossas preces atendidas e as esperanças renovadas.

Dom Orani João Tempesta – cardeal e arcebispo do Rio de Janeiro e ex-bispo de Rio Preto

 
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