SÃO JOSÉ DO RIO PRETO | SEGUNDA-FEIRA, 26 DE JULHO DE 2021
ARTIGO

Tendências para o novo varejo

Cada vez mais, os consumidores querem se relacionar com uma empresa flexível, moderna, que atenda e venda pelo canal que o cliente quer, onde quer e quando quer

Artur Shoiti Santos TakesawaPublicado em 22/07/2021 às 03:39Atualizado há 22/07/2021 às 11:47
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Artur Shoiti Santos Takesawa

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Tendências para o novo varejo

Cada vez mais, os consumidores querem se relacionar com uma empresa flexível, moderna, que atenda e venda pelo canal que o cliente quer, onde quer e quando quer

Artur Shoiti Santos TakesawaPublicado em 22/07/2021 às 03:39Atualizado há 22/07/2021 às 11:47

Artur Shoiti Santos Takesawa

A última edição da Retail’ Big Show promovida pela National Retail Federation (NRF) em Nova York (EUA), evento tradicionalmente conhecido pela apresentação de tendências de boas práticas das empresas de varejo em todo o mundo, trouxe recomendações importantes para reflexão dos empresários.

A pandemia “empurrou” os clientes para o ambiente digital, fazendo com que mais de 100 milhões de brasileiros consumam, atualmente, produtos e serviços pela internet. O cliente pesquisa, se comunica e compra por meio de vários canais – redes sociais, aplicativos de comunicação, sites, marketplaces, presencialmente, o que chamamos de ommnichanel.

O desafio atual é o seu negócio também se comunicar assim, pois, além de dedicação de tempo e de dinheiro para ter essas ferramentas, a sua equipe precisa estar preparada para isso. É mais desafiador do que parece!

Criar um site e divulgar seu negócio em redes sociais não é suficiente para aproveitar esse novo momento. O maior desafio é mudar a cultura interna do seu negócio, ou seja, a forma de se ver e se entender internamente. Os novos consumidores, principalmente a geração Z, não querem apenas consumir “coisas” da sua empresa. Ela busca criar vínculo e entender o porquê de comprar contigo.

Os negócios que não se tornarem híbridos (funcionam presencialmente e virtualmente) tendem a encolher ou desaparecer. Se antes bastava você ter um negócio bonito, bem localizado, organizado e com pessoas atendendo e vendendo, hoje você precisa de tudo isso e também ter presença digital que envolva os clientes.

Se expressões como engajamento, captação de leads, tráfego orgânico e pago, liveshops, integração de sistema, marketplaces, funil de venda, estoque virtual, persona parecem termos esquisitos, saiba que o futuro do seu negócio depende delas.

Estamos vivendo uma revolução social, que naturalmente ativou a revolução digital que está em andamento. Cada vez mais, os consumidores querem se relacionar com uma empresa flexível, moderna, que atenda e venda pelo canal que o cliente quer, onde quer e quando quer.

Os pequenos negócios têm como aspecto positivo a possibilidade de mudança rápida que as empresas grandes não têm, mas por outro lado, podem não ter a maturidade e o olhar estratégico necessário para aprender constantemente e manter o negócio moderno.

Ainda encontramos empresários que desdenham ou têm uma visão pejorativa de profissionais e empresas que se comunicam diariamente no mundo virtual. Isso acontece por causa de uma miopia que as gerações mais “experientes” têm. A comunicação no passado era totalmente diferente dos dias atuais. Você pode concordar ou não, mas a conclusão é que se você quiser conquistar mais clientes e manter a sua empresa viva e lucrativa, terá que entender, aceitar e se adequar ao novo modelo de sociedade que está nascendo. E sem presença digital adequada, isso se tornará impossível!

undefinedConsultor do Sebrae-SP

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Artur Shoiti Santos Takesawa
 
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