Uma ponte para o futuro de Rio Preto

Grandes projetos começam com uma visão e crescem quando pessoas de valor decidem acreditar que vale a pena lutar por eles. O Rio Preto Tech Summit é um desses projetos.
Realizada nos dias 5 e 6 de agosto, no Complexo Swift, a quinta edição do RPTS reuniu aproximadamente 6 mil participantes e mais de 70 marcas expositoras e empresas âncoras. Durante dois dias, empresários, profissionais, estudantes, empreendedores e lideranças compartilharam conhecimento, construíram conexões e discutiram inovação, inteligência artificial, liderança e o futuro dos negócios.
O RPTS 2026 foi uma construção da Apeti, de seus associados, diretores, colaboradores, voluntários e parceiros.
A Feira de Negócios ocupou cerca de três mil metros quadrados do Graneleiro, praticamente o triplo do espaço das edições anteriores. No Teatro Paulo Moura, especialistas ajudaram a conectar as grandes transformações globais aos desafios reais das empresas e das pessoas.
Mas o impacto do RPTS 2026 foi muito além de sua estrutura.
Um estudo realizado após o evento estimou em R$ 18 milhões seu impacto econômico para Rio Preto e região. Esse resultado considera os negócios iniciados na feira e a movimentação de toda a cadeia mobilizada pela realização do encontro.
A pesquisa com os expositores reforçou essa capacidade de gerar oportunidades. A nota média atribuída ao evento foi de 9,27. Entre os respondentes, 96,2% identificaram oportunidades comerciais e, em quase um terço dos casos, essas oportunidades já estavam em estágio avançado de negociação, proposta ou fechamento.
Esses números mostram que o RPTS não foi apenas um lugar para falar sobre o futuro. Foi um ambiente para começar a construí-lo.
O impacto também ultrapassou os limites físicos da Swift. A repercussão digital alcançou aproximadamente 100 mil contas, gerou cerca de 245 mil impressões e mais de 7,6 mil interações públicas. A transmissão online registrou 2.070 acessos, levando os conteúdos a quem não estava presencialmente no evento.
Depois do encerramento, participantes, empresas e profissionais continuaram compartilhando aprendizados, experiências e novas perspectivas. Uma das manifestações mais significativas dizia que “o interior de São Paulo é protagonista na transformação digital do Brasil”. Outra lembrava que “a tecnologia não é feita apenas de código. É feita de pessoas, experiências e troca de conhecimento”.
É exatamente essa a essência do Rio Preto Tech Summit.
Por isso, o RPTS 2026 não foi simplesmente uma entrega. Foi uma ponte entre as empresas de hoje e as possibilidades da nova economia; entre quem possui uma ideia e quem pode ajudar a transformá-la em negócio; entre as instituições que produzem conhecimento e as empresas que precisam inovar.
O evento terminou, mas as conexões, as negociações e as oportunidades continuaram.
Essa ponte é fundamental porque a tecnologia já é protagonista em Rio Preto e região. Nosso desafio é transformar cada vez mais essa vocação em um vetor econômico capaz de ampliar os resultados das empresas, atrair investimentos, formar talentos e gerar empregos qualificados, renda e qualidade de vida.
Desenvolver a tecnologia é aumentar a competitividade de toda a nossa economia.
O RPTS tornou-se uma vitrine desse movimento. Por trás de sua realização está o trabalho da Apeti, que há 23 anos acredita na vocação tecnológica de nossa região e atua para aproximar pessoas, empresas e instituições.
Essa confiança reuniu pessoas de valor ao redor do Rio Preto Tech Summit e transformou uma ideia iniciada em 2022 em um grande encontro de tecnologia.
O evento terminou. A construção, não.
O RPTS 2026 não foi um ponto de chegada. Foi mais um passo na construção de um futuro em que tecnologia, conhecimento e cooperação geram oportunidades para toda a região.
Uma ponte para novas possibilidades e para uma região cada vez mais tecnológica, competitiva e preparada para o futuro.
João Paulo Rodrigues
Presidente da Apeti.