STF

Saudades do tempo que os ministros do STF:
- eram apenas os guardiões da Constituição;
- julgavam apenas com base na Constituição;
- só falavam nos autos dos processos;
- eram totalmente imparciais;
- eram reservados;
- eram a última palavra e não a única palavra;
- tinham conhecimento jurídico;
- tinham reputação ilibada;
- não eram políticos;
- não davam entrevistas;
- não gostavam de holofotes;
- não viviam dando palestras pelo mundo;
- não eram celebridades;
- não se metiam nas decisões do Congresso;
- não eram mais conhecidos que os 11 seleção.
Hoje é a instituição mais desacreditada do Brasil e por isso está na hora da faxina geral. Nas próximas eleições, mais importante do que votar para presidente, é votar certo para o Senado, que será renovado em 2/3.
Temos que eleger senadores sem rabo preso para que possam colocar os excelentíssimos togados de volta ao seu quadrado ou quem sabe até na prisão.
Miguel Freddi, Rio Preto
Free flow
O governo do Estado de São Paulo, sob a gestão de Tarcísio de Freitas, “indenizou”, com recursos públicos, as concessionárias de rodovias em R$ 2,5 bilhões, como compensação pelo baixo fluxo de veículos durante a pandemia.
Agora, o excelentíssimo senhor governador adiou a cobrança do pedágio free flow para janeiro de 2027, de olho nas próximas eleições. Até aí, faz parte do jogo.
O que não faz parte é que teremos de arcar com uma nova compensação às concessionárias em razão do contrato. Onde está o MPSP? Onde estão os deputados estaduais?
Quais outras benesses estão previstas nesses contratos com as concessionárias de rodovias?
Marcus Aurelio de Carvalho, Santos