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Pentecostes

por Da Redação
Publicado há 17 horas
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A vida se constrói através dos fatos e afazeres do cotidiano, enfrentando todo tipo de influência da sociedade. É a construção de uma identidade durante os passos históricos da existência. Se isto é projetado na dimensão bíblica, a estrutura da vida é consolidada com a presença iluminadora do Espírito de Deus. Assim, damos sentido à Festa de Pentecostes, presença do Espírito Santo no hoje do tempo.

Pentecostes significa diversidade de línguas, comunicação, entendimento na esfera da diversidade. Na experiência do tempo, do hoje, a presença do Espírito Santo é fundamental para abrir a mente de quem vive petrificado nos seus princípios de tradição. O mundo é muito diferente daquele quando aconteceu o fato de Pentecostes, como está citado no livro dos Atos dos Apóstolos (2,1-11).

A presença do Espírito Santo, na experiência do tempo, é fruto do cumprimento da promessa feita por Jesus Cristo antes de sua volta para a casa do Pai. Ao sacramentar a Igreja com a missão de continuar o anúncio da Palavra da vida, Cristo a muniu da força iluminadora da terceira Pessoa da Trindade. As atividades do tempo, feitas sem abertura para o Espírito Santo, ficam inconsistentes.

A comunicação, como dom e experiência do tempo, não é exclusividade de alguns, é de responsabilidade de todos. Pode ser diferente por causa dos dotes, da formação e habilidades pessoais. Bem usada, evita confusão na comunidade e ajuda na convivência. Paulo evidencia que a comunicação vem do Espírito Santo: “Ninguém pode dizer: Jesus é o Senhor, a não ser no Espírito” (ICor 12,3).

A comunicação de Cristo, ressuscitado, aos apóstolos foi num contexto em que eles estavam fechados no cenáculo e numa situação de medo. Jesus chega e anuncia a eles a paz, a unidade e a convivência fraterna. A comunicação globalizada dos novos tempos, superando as inverdades, deve construir paz, fraternidade, harmonia e não medo e esvaziamento na convivência entre as pessoas.

Dom Paulo Mendes Peixoto, arcebispo de Uberaba

Neymar

Sobre a notícia "Com Neymar na lista, Carlo Ancelotti anuncia os convocados para a Copa do Mundo", ele deu um tiro certeiro. Se ele não convocasse o Ney e a Seleção perdesse, Ancelotti é o culpado.

Se a Seleção ganhar, ele fez o certo em convocar. Se a Seleção perder, o povo paga com a língua e a culpa sai das costas dele e cai no Ney, que está sendo tão ovacionado.

Daniele Lavezzo, via Instagram