Jornada

Eu sugiro que os governos federal, estaduais e municipais invistam na agricultura familiar, ainda que não haja a presença das novas tecnologias. Muitos dos milhões de brasileiros que recebem benefícios sociais poderiam produzir hortifrutigranjeiros. Hortifrutigranjeiros são produtos agrícolas naturais produzidos em pequena escala. Eles não passam por processamento industrial, destacando-se como alimentos frescos, saudáveis e perecíveis.
O termo une as atividades de hortas, pomares e granjas, frequentemente comercializados em feiras ou mercados de hortifrúti. Isto feito, esses brasileiros teriam trabalho, renda, melhor qualidade de vida e, com o tempo, adquiririam autossuficiência, ou seja, sairiam da hipossuficiência, podendo caminhar com as próprias pernas.
E mais, o governo federal, por exemplo, poderia reduzir a despesa dos benefícios sociais, uma vez que parte da população estaria socialmente resolvida. A redução da jornada de trabalho pode ser possível nos países desenvolvidos, uma vez que o Brasil ainda não conseguiu alcançar esse estágio; por isso, reduzir a jornada corresponderia a frear o desenvolvimento.
Eu apreciaria que brasileiros trabalhassem numa escala de 8 x 16, pois aumentaria a oferta de emprego. Explico: num período de 24 horas, teríamos três turmas de trabalhadores, ou seja, enquanto uma turma trabalha, duas descansam. Entretanto, é imprescindível melhorar o valor dos salários, principalmente daqueles trabalhadores em que a renda não atende à demanda das necessidades básicas. Cá entre nós, qualquer governo que fizesse o arroz com feijão, com certeza encontraria a solução.
Aliás, diga-se de passagem, a educação, saúde, emprego e renda, segurança e habitação já estão nas pautas dos candidatos à eleição e reeleição neste ano de 2026. Esta pauta corresponde ao arroz com feijão, pois melhoraria a qualidade de vida da população e o estágio tão pretendido, que seria incluir o Brasil no rol dos países desenvolvidos.
Jorge Gerônimo Hipólito, Rio Preto
Doação
Sobre a notícia "‘Superdoador’ completa 200 doações de sangue e é homenageado em Rio Preto", esses doadores são verdadeiros filhos de Deus. Fui doador por 33 anos, me fazia um bem enorme doar para quem precisava, até eu ser diagnosticado com câncer. Graças a Deus estou curado, não posso mais doar, porém louvo a Deus por essas pessoas que continuam fazendo esse grandioso ato de amor pelo próximo. Deus abençoe e proteja atodos os doadores!
Cleber Schiaveto, via Instagram