Independência

São 234 anos passados em que os sonhos de independência se desenhavam na figura de Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes), com o título de alferes e líder da Inconfidência Mineira em 1789, movimento que buscava a independência da capitania de Minas Gerais do domínio português.
Símbolo de resistência contra a exploração colonial, foi o único inconfidente executado em 21 de abril de 1792, tornando-se mártir do movimento e da própria nação.
Tiradentes, por sua vez, destacou-se pela oratória e espírito de liderança, defendendo com muita veemência a criação de uma república independente, com participação ativa do movimento que se organizou contra a alta carga tributária imposta pela Coroa Portuguesa.
Reconhecido na condição de líder autêntico, Joaquim José da Silva Xavier não poupou a vida à construção da soberania nacional. Mais de dois séculos após sua morte, Tiradentes se inspirava na luta pela manutenção de um país justo e independente.
Desde dezembro de 1965, a Lei 4.897 dispõe sobre o dia 21 de abril em reconhecimento e memória à contribuição da Inconfidência Mineira e de um de seus mais ilustres líderes para a empreitada que tornou vivo o sonho de um Brasil independente da exploração portuguesa.
Tiradentes nasceu em uma fazenda do Pombal, comarca Rio dos Montes, em 1746. À época, a população vivia sob os limites rígidos de uma política de opressão e altos impostos perpetrada pela Coroa Portuguesa, onde a luta contra esse expediente vinha se tornando cada vez mais acirrada, visando novos tempos em que a população pudesse respirar o ar da independência nesse campo sofrível.
Naqueles tempos, ainda bem novo, Tiradentes perdeu a mãe e, posteriormente, o pai, onde passou a ser criado pelo padrinho dentista, que o orientou na profissão, consagrando-se no desempenho dessa atividade profissional, porém, não deixando de lado o seu verdadeiro sonho pela independência do Brasil.
Alessio Canonice, Ibirá
Transplante
Sobre a notícia "Projeto TransplantAR transporta órgãos captados no Hospital de Base em Rio Preto", me emocionei! Minha família foi muito abençoada, meu marido foi transplantado há 22 anos. Agradeço a Deus e à família que fez a doação.
Cibeli Felippe, via Instagram