Final da Copa

Está terminando uma competição que une o mundo todo, mostrando com lágrimas e alegrias o amor à Pátria, aos seus irmãos e a beleza da Final. Nós, do Brasil, estamos tristes pelo resultado final. “Faz parte”, mas pense até onde chegamos: pentacampeões, com amor à camisa e com um Rei chamado Pelé.
Pelé foi recebido com honras de Estado no mundo todo, foi embaixador da Unesco, recebeu títulos de Papas e Rainhas e até na Casa Branca foi reconhecido por presidentes. Ensinou ao mundo como se joga futebol com amor e respeito ao adversário.
Na Argentina tivemos Maradona e, hoje, Messi. Com seus 40 anos de idade, dá esperança e alegria para seu povo que sofre pela situação econômica do país.
No Brasil, a CBF e dirigentes tomaram conta da nossa alegria. O futebol virou política. O técnico precisa vir aqui de fora, pois aqui não tem técnico capaz de treinar nossos jogadores. Agora, qual a desculpa? Não tiveram nem a coragem de se explicar ou dar uma entrevista para solicitar perdão pelos erros cometidos. Vergonha.
Eu dou parabéns aos povos africanos e sauditas, que se aprimoram e mostram que vale a pena investir honestamente.
Eu, brasileiro que ama o futebol, fico triste. Nossas crianças e jovens, incluindo meus netos, não conheciam a alegria de ver Pelé jogando e o Brasil campeão.
Precisamos mudar, investir em educação e esporte em quem precisa. Deixar o poder e a corrupção fora de tudo, incluindo o esporte.
Queridos leitores deste belíssimo jornal, pelas matérias apresentadas, eu tenho certeza de que, com um pouquinho de cada um, teremos um país mais feliz. É isso que desejo.
Benizio Lopes de Oliveira, Rio Preto
Saúde
Sobre a notícia "Rio Preto lidera em internações e mortes por doenças respiratórias", desertificação mata! Segundo a reportagem, os casos são virais. No entanto, a falta de umidade do ar acelera os contágios e dificulta a cura.
Arborização urbana e doenças respiratórias são um combo que caminha junto. Quando uma falta, a doença se instala.
Fernanda Sansão, via Instagram