Criminalidade

O crescimento das facções criminosas no Brasil é um processo de expansão territorial e domínio de áreas, com estimativa de que 6 milhões de brasileiros vivem sob influência do crime organizado. Esse fenômeno, que cresceu 237% em cinco anos, é marcado pela interiorização, atingindo cidades menores, e consolidação como "máfias internacionais".
Facções e milícias ameaçam a vizinhança de cerca de 19% da população, atingindo 31,6 milhões de pessoas, segundo o Datafolha e, nessas condições, a violência avança do litoral para o interior, ocupando municípios em que a falta de segurança vem gerando preocupação à medida que a criminalidade se expande de várias formas e de uma violência jamais vista nos últimos anos.
O Brasil intensifica o combate contra o crime organizado com foco na descapitalização de facções e repressão em fronteiras, citando como exemplo o fato de que, em 2025, a Polícia Federal apreendeu mais de R$ 9,6 bilhões em dinheiro e bens ativos ligados a facções criminosas. Saliente-se que, desde 2023, são mais de R$ 20 bilhões, portanto, um valor expressivo, que foi se acumulando com o passar desses últimos três anos.
O combate ao crime organizado e a asfixia financeira das facções criminosas são prioridades da Polícia Federal no combate a esse expediente, que vem tomando dimensão à medida que os dias se sucedem em todo o território nacional.
O perfil do crime organizado mudou nos últimos anos, transcendendo fronteiras nacionais e se tornando fenômeno global. Com o advento de uma comissão para implementar uma estratégia comum contra o crime organizado, instituímos um grupo de trabalho especializado no que tange às operações de ativos, a fim de asfixiar as fontes de financiamento de atividades ilícitas, afirmou o presidente Lula durante a 67ª Cúpula do Mercosul.
Alessio Canonice, Ibirá
Casa Branca
Sobre a reportagem "'Restituição é uma evidência de gasto irregular', afirma promotor de Rio Preto", falta a transparência dos fatos. Não foi publicado como a contratação foi feita, o plano de trabalho, o porquê do pagamento antecipado, como seria utilizado esse valor pelo ente conveniado, e agora nem como foi feita a devolução... ou seja, difícil de entender. Por que essa falta de transparência?
Guilherme Caldeira, via Instagram