Venezuela

Eu concordo com o artigo da doutora Ligia Maura Costa ("Soberania? Não na Venezuela", 22/1) sobre soberania dos países, uma vez que a repercussão é relevante no contexto mundial. Alguns governos reclamam das interferências que se sustentam no Direito Internacional.
Ora, se esse direito foi construído com a precípua missão de garantir a boa e democrática convivência, os reclamantes deveriam analisar os porquês das soberanias se tornarem vulneráveis. Se a democracia corresponde à voz do povo, não faz sentido alguns governos adulterarem o regime democrático de direito. Por fim, algumas coisas não deram certo porque outras deram errado.
Jorge Gerônimo Hipólito, Rio Preto
Master
O editorial de sábado, dia 17/1, trata do escândalo e da fraude bilionária do Banco Master, enfatizando que “o buraco é mais fundo e o elenco, mais estrelado”. Só não elencou as verdadeiras estrelas do caso, focando em uma constelação secundária.
Ao citar que a Polícia Federal e o STF agiram com energia enviando um recado em que a regulação complacente acabou, não informou que a atuação do STF (bloqueando inclusive as atividades da PF), na realidade foi para blindar o envolvimento de dois ministros enterrados até o pescoço no lamaçal da fraude do Banco Master.
Não sei o motivo de ser reticente em relação ao que realmente está acontecendo, mas espero que não seja por receio de represálias. Afinal, a imprensa ainda (ou não?) é livre e pode - e deve – retratar os fatos com isenção e ética.
Luiz Fernando Guimarães Ortega, Rio Preto
Terceirização
Sobre a reportagem "Funcionárias terceirizadas protestam na Prefeitura de Rio Preto", a Prefeitura deve interromper a terceirização generalizada de seus serviços. Frequentemente, essas empresas encerram suas atividades, declaram falência e abandonam os funcionários sem pagar salários ou verbas rescisórias. Elas simplesmente desaparecem com os recursos, lesando os trabalhadores.
Matheus Sten, via Instagram