Solitude

Todos os dias temos escolhas para fazer nas nossas vidas. Todavia, estamos presos a condicionamentos impostos por uma sociedade que sobrevive no “modus operandi”.
O inovador não é apenas alguém que pensa de forma diferente, mas também age sobre novas ideias, gerando mudanças reais e, muitas vezes, úteis. A expressão “viver fora da caixa” é uma metáfora popular para descrever pessoas que adotam um estilo de vida, pensamento ou perspectiva não convencional.
A grande maioria das pessoas vivem com agendas lotadas de compromissos com dezenas de pessoas e no final do dia estão esgotadas de energia com aquele sentimento de solidão, que nada mais é do que um estado negativo, indesejado, de desconexão, abandono e falta de apoio social. A solitude, por outro lado, é um estado de espírito gratificante, uma escolha consciente de se retirar temporariamente do mundo exterior para se voltar para dentro.
Viver em solitude é um tópico profundo e multifacetado que toca no cerne da experiência humana. A questão não é apenas estar sozinho, mas sobre o significado de escolher ou encontrar-se nesse estado. Ela proporciona autoconhecimento e introspecção, paz e bem-estar, desenvolvimento pessoal e relacionamentos melhores. É simplesmente aproveitar o silêncio e a companhia dos próprios pensamentos.
Os tradicionais modelos de família e trabalho, muitas vezes pode impedir esse estilo de vida. Mas não precisa ser para a vida toda. Pode ir se adaptando em etapas intercaladas e pela persistência e fé, o impossível muda-se no difícil e esse no possível a depender tão só o que tenhamos no íntimo. Não se importam os tropeços da caminhada. O importante é o caminhar na perseguição consciente da meta a atingir-se, mesmo que custosa, e às vezes, aparentemente inatingível. Quanto tempo temos?Não sabemos. O relógio da vida não tem ponteiros.
Rogério Roversi, Rio Preto
Orelhões
Sobre a matéria “Sem uso, orelhões começam a sumir das ruas de Rio Preto a partir deste ano”, podiam trocar por pontos de Wi-Fi grátis.
Luís Gustavo, Via Instagram