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Sem solução

por Da Redação
Publicado há 1 horaAtualizado há 1 hora
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Conflitos externos sem solução referem-se a disputas internacionais em que as hostilidades armadas continuam de forma incessante; portanto, as causas principais e essenciais não foram resolvidas, gerando instabilidade duradoura. Esses conflitos, desde há muito, tornaram-se disputas territoriais ou rivalidades políticas e étnicas que persistem por décadas e mais décadas.

Conflitos armados no mundo classificam-se como desafios à soberania e à paz; assim é que as causas enraizadas nesse tipo de conflito podem envolver violência estrutural, grupos marginalizados e insatisfeitos, governos anteriores, dentre outros, que causam preocupação com influência direta na economia mundial.

Há de se ressaltar que os conflitos atuais estão altamente em ascensão, com muitos deles travados por milícias políticas, grupos criminosos e terroristas internacionais.

Em 2016, mais países vivenciaram conflitos violentos do que em qualquer outro momento em quase 30 anos, ao mesmo tempo em que outros se tornaram cada vez mais aparelhados em termos de armamentos dos mais sofisticados, que atingem alguns quilômetros até ter acesso ao alvo desejado contra o país inimigo, que é o caso do Irã com esses recursos de que dispõe.

O papel da Organização das Nações Unidas (ONU) ante os conflitos é focado na manutenção da paz e da segurança internacionais, agindo principalmente por meio da mediação, diplomacia preventiva e operações de paz. Fundada no pós-guerra para evitar novos conflitos globais, a ONU atua tanto na reação a crises ativas quanto na prevenção de tensões.

A guerra entre Rússia e Ucrânia, iniciada em 24 de fevereiro de 2022, suscita várias questões sobre a atuação das Nações Unidas e a segurança mundial. Como a organização pode agir para evitar uma guerra? Atua com base na Carta da ONU, assinada após a Segunda Guerra Mundial, contendo os princípios básicos e necessários para eventual posicionamento ante os conflitos entre nações.

Alessio Canonice, Ibirá

Reforma

Sobre a reportagem "Arquitetos defendem reforma do Centro Cultural, patrimônio histórico de Rio Preto" (24/3), gosto da arquitetura do "prédio da aranha". Foi uma das primeiras coisas que me lembro quando me mudei pra Rio Preto. Ficava impressionado ao passar pelo viaduto. Tomara que reformem mantendo a identidade original.

Eli Topassi, via Instagram