Comece hoje pagando a partir de R$5/mês no plano mensal
ESPAÇO DO LEITOR

Rio Preto

por Da Redação
Publicado há 2 horas
Espaço do leitor
Galeria
Espaço do leitor
Ouvir matéria

Olhando notícias, vendo sites, acompanhando jornais impressos e digitais, pego-me a refletir sobre minha terra querida, São José do Rio Preto, a famosa Rio Preto, quente e acolhedora.

Reportamo-nos aos idos dos anos 50/60/70/80/90/2000. Rio Preto - pelo menos desde os tempos onde tínhamos uma certa consciência - sempre teve excelentes prefeitos e fantásticas administrações. Independentemente de partidos políticos ou ideologias panfletárias: UDN, ARENA, MDB, PT, PSDB, PDT, PRONA, etc, etc.

Pouco o cidadão se importava de qual partido seria aquele que se colocava como alternativa executiva a comandar a cidade, por 4 ou mais anos. Philadelpho Gouveia Netto; Alberto Andaló; Lotf João Bassitt; Wilson Romano Calil; Liberato Caboclo; Valdomiro Lopes e Edinho Araujo, vieram ao longo de mais de 6 décadas, construindo e costurando uma cidade limpa, bem administrada, bonita, pujante, rica, com bons serviços e referência de um lugar pra se viver, morar, trabalhar, estudar, com todos os requisitos positivos e um IDH acima da média.

Todos nos orgulhávamos de Rio Preto. Parentes que vinham de outras localidades ficavam deslumbrados com a cidade. Limpeza, alto astral, lugares aprazíveis, e sempre destacavam a administração nota dez.

Hoje Rio Preto é apenas uma sombra melancólica do que foi. Cidade suja, problemas retroagindo a décadas passadas - que já haviam sido resolvidos -, principalmente nas áreas cruciais de uma comunidade, quer sejam Saúde, Educação, Segurança, Infraestrutura, Assistência Social.

Uma lástima que em menos de dois anos tenham conseguido destruir o que foi construído com planejamento, profissionalismo, empenho, trabalho, competência e gestão eficiente nos últimos 60 anos. Particularmente, sinto-me em luto pela minha querida Rio Preto.

Corintha Medeiros, Bady Bassitt

Homeschooling

Li, neste espaço democrático, duas posições distintas sobre o tema do homeschooling. A mais impactante, na minha visão, foi a carta do leitor Sr. Thiago. Explico: sua conclusão é simplista, rasa, carecendo de base argumentativa coerente. O Estado não “usurpa” o papel dos pais; ele estabelece limites mínimos para proteger os direitos da criança.

Ao leitor Sr. Carlos Meneghin, meus sinceros parabéns!

Marcus Aurelio de Carvalho, Santos