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Natureza

por Da Redação
Publicado em 01/07/2026 às 22:56Atualizado em 01/07/2026 às 22:56
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O inverno convida ao recolhimento, enquanto a natureza se dedica às árvores, que perdem suas folhas, além da redução de milhões delas, perdendo também a seiva para as raízes. Longe de apresentar uma pausa na vida, essa desaceleração constitui uma estratégia essencial de conservação de energia e fortalecimento das bases, garantindo o desabrochar na primavera.

É certo que a transformação da natureza nos ensina lições imprescindíveis sobre o nosso próprio ritmo, sendo que o valor da pausa, em uma cultura que exige produção constante, é uma lição que a natureza nos ensina, mostrando que o descanso é vital. Nessas condições, o inverno é tempo de refletir e aprender com tudo o que se deslumbra na natureza.

Mais uma vez chega o inverno. Para quem mora abaixo da linha do Equador, desde 20 de março, primeiro dia do outono, quando dia e noite tiveram a mesma duração, os dias foram, aos poucos, ficando mais curtos do que as noites. Assim é que, até 21 de junho, quando tivemos a noite mais longa do ano, o solstício de inverno, foi essa a razão pela qual, justamente a partir da chegada dessa estação, o dia começa a se espichar para, no primeiro dia da primavera, novamente ter a mesma duração da noite, enquanto as noites vão se encurtando até a chegada do verão.

Alessio Canonice, Ibirá

Mulheres, atenção!

Queridas mulheres, observem atentamente tudo o que vem acontecendo. Mulheres são acusadas de não saber votar e pressionadas a abandonar a vida política.

Não se trata de episódios isolados, mas de sinais claros de uma tentativa de desqualificar sua voz. Sem qualquer constrangimento, destituem ou forçam a destituição de mulheres de seus cargos, atacam sua autonomia, questionam sua capacidade de decisão, ridicularizam suas conquistas sociais e profissionais e tentam confiná-las, novamente, ao papel de cuidadoras do lar.

Toda conquista feminina foi resultado de décadas de coragem, trabalho e resistência. Por isso, mais do que nunca, é preciso que vocês estejam atentas.

Marcus Aurelio de Carvalho, Santos