Murchid

A Prefeitura de Rio Preto revogou a licitação de R$ 29 milhões para obra na Murchid Homsi. Sabe o que isso significa?
Foi o abaixo-assinado, foi a audiência pública, foi cada um de vocês que cobrou. Eles queriam passar por cima da lei, sem licença, sem projeto. O povo disse não, com alguns vereadores ao lado do leitor.
Essa vitória é de todos nós que amamos Rio Preto. Mas fica o alerta: revogar não é desistir. Eles vão tentar voltar com novo edital. Vamos continuar de olho, árvore fica!
Benizio Lopes de Oliveira, Rio Preto
Economia
O Brasil já chegou ao fundo do poço ou ainda tem muito a piorar? Não podemos normalizar a queda de vendas no comércio e no varejo. Não podemos normalizar mais de 6.300 empresas com pedido de recuperação judicial, entre elas grandes empresas, de diversos setores, como as Casas Bahia, que fechou quase 300 lojas, Tok&Stok, Itaipava, Estrela, Polishop, Bombril, Casa do Pão de Queijo, Pão de Açúcar, Raizen e Habibs.
Não podemos normalizar o número de empresas que estão se mudando para o Paraguai. Não podemos normalizar o número de empresas automobilísticas que estão fechando suas fábricas.
Não podemos normalizar 83,5 milhões de brasileiros inadimplentes, ou seja, mais da metade da população adulta. Não podemos normalizar que 80% das famílias tenham algum tipo de dívida.
Não podemos normalizar a taxa Selic a 14%. Não podemos normalizar em 12 meses o setor público acumular um déficit primário de 157 bilhões. Não podemos normalizar os juros da dívida pública passarem de 1 trilhão.
Quando o governo bate recorde de arrecadação de impostos e a crise inclui varejo, agro, indústria e alimentação, podemos chegar à conclusão de que estamos à beira de um colapso econômico, graças à incompetência desse governo que, depois de 4 mandatos, ainda fala que vai acabar com a pobreza, que se o brasileiro tomar café, almoçar e jantar terá cumprido a missão de vida, além de voltar a prometer que os brasileiros vão comer picanha.
Você que fez o L faz a mesma coisa na próxima eleição e depois durma com o peso na consciência de ter ajudado a afundar o país.
Miguel Freddi, Rio Preto