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Matemática

por Da Redação
Publicado em 06/08/2026 às 00:09
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Nesse domingo, 2/8, a Folha de S.Paulo publicou uma matéria de 5 páginas, no caderno Ilustríssima, destacando a trajetória acadêmica e a relevância para a ciência matemática no Brasil da matemática e economista brasileira, aposentada pela FEA-USP, de 82 anos, Marilda Antonia de O. Sotomayor. Considerada uma das pioneiras da Ciência Matemática no Brasil, seus trabalhos a tornaram referência mundial sobre a Teoria de Mercados de Matching.

O texto, com uma linguagem acessível, aborda seu reconhecimento internacional e a superação de preconceitos na área acadêmica, sofridos aqui e lá fora. Recomendo a leitura para estudantes universitários e pós-graduandos.

Detalhe. Seu esposo, o matemático e pesquisador Jorge Sotomayor, falecido em 2022, foi um dos primeiros doutores (aos 22 anos de idade) pelo IMPA/RJ. Foi também responsável por auxiliar o aprendizado de toda uma geração de matemáticos no Brasil. Nos anos iniciais da década de 1970, tive o privilégio de ser seu aluno num Curso de Verão, no IMPA.

Eurípides Alves da Silva, Rio Preto

Feminicídio-1

Sobre a reportagem "Identidade de mulher morta por açougueiro vira mistério e desafia a Polícia Civil", a maioria dos casos de violência contra mulher são homens que já tiveram envolvimento com isso, mas estão soltos. Se as leis desse país não fossem tão falhas, muitas mulheres que morreram estariam vivas!

Brenda Silva Oliveira, via Instagram

Feminicídio-2

Que triste isso. Bizarro pensar que esse homem já deve ter tido contato com tantas outras mulheres. Dentro do ambiente de trabalho, em algum restaurante, shoppings, quantas não correram risco de serem vítimas? Incrível como a Justiça facilita para eles.

Maria Clara, via Instagram

Feminicídio-3

Se a mulher for de outro estado, provavelmente a família ainda pode não saber o que aconteceu aqui. O caso não repercutiu tanto para fora da cidade - pelo que eu vi, passou 2 ou 3 vezes no Cidade Alerta, mas também não foi uma reportagem grande e detalhada. Talvez, se dessem mais visibilidade ao caso, poderia aparecer algum familiar através dessas descrições.

Michelle Lima, via Instagram