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por Da Redação
Publicado há 13 horasAtualizado há 12 horas
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Conflitos armados geram impactos severos na economia global, resultando em inflação generalizada, custos mais altos de energia (petróleo/gás) e alimentos, além da desaceleração do crescimento mundial. A destruição da infraestrutura que compreende suprimentos e sanções comerciais reduz a oferta de insumos essenciais, com reflexos diretos na pobreza, forçando países a ajustar políticas fiscais.

A guerra, por sua vez, afeta regiões estratégicas na produção de petróleo, gás, grãos e fertilizantes, gerando aumento de preços ao consumidor, um dos sustentáculos que contribui para a grandeza e expansão do comércio estabelecido.

É evidente que a continuação da guerra piora a perspectiva sobre a economia global, que são os ataques e contra-ataques em andamento a refinarias, campos de gás e terminais de petroleiros no Golfo Pérsico, que ameaçam prolongar a dor econômica global.

Saliente-se que todos os caminhos de guerra afetam preços e crescimento, citando-se com exclusividade o caso da energia mais cara, que pressiona a inflação na Europa e encarece combustíveis nos Estados Unidos, enquanto países pobres sofrem mais com custo extremamente elevado.

É certo que as consequências econômicas da guerra no Irã estão pressionando consumidores e empresas ao redor do mundo, elevando o preço de itens essenciais como alimentos e combustíveis.

Embora a guerra possa moldar a economia global de diferentes maneiras, todos os caminhos levam a preços mais elevados e crescimento mais lento, descrevem os principais economistas do Fundo Monetário Internacional.

Alessio Canonice, Ibirá

Mirassol

Sobre a notícia "Mirassol pode sofrer punição por reprisar lance polêmico em telão e atrasar saída da arbitragem", com árbitro internacional, o Mirassol ganha. Com os brasileiros, acontecem inúmeras irregularidades. Os inteligentes entenderão. É incrível a atuação contrária ao enorme Mirassol. As torcidas poderão perder o controle, motivando uma possível reação trágica. Esperar para ver. O STJD não visualiza nada. Comissão dos Árbitros também.

Dorival Ita Adão, via Facebook