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Faz o L

por Da Redação
Publicado há 1 hora
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Parabéns para você que fez o L e que hoje é corresponsável por empresas quebrando ou migrando para o Paraguai, pelo comércio repassando o ponto comercial ou falindo, pelas milhares de empresas em recuperação judicial, por milhões de pessoas e famílias endividadas, pela dívida pública impagável, pela inflação galopante, pela alta dos juros, pela maior taxação de impostos nunca antes vista na história do país.

Nas próximas eleições, vá lá e faça a besteira novamente, só para não dar o braço a torcer, e depois reze, mas reze muito, muito mesmo para o futuro dos seus filhos e netos. A ignorância está matando o Brasil!

Miguel Freddi, Rio Preto

Repúdio

O Coletivo Feminista Lugar de Mulher é Onde Ela Quiser manifesta seu veemente repúdio à aprovação, pela Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal, do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 3/2025, conhecido pelos movimentos de defesa dos direitos das mulheres e das crianças como “PDL da Pedofilia”.

O projeto busca sustar os efeitos da Resolução nº 258/2024 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), que estabelece diretrizes para a proteção de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual e para a garantia de acesso aos direitos já previstos na legislação brasileira, incluindo a interrupção legal da gestação nos casos autorizados por lei.

A resolução fortalece procedimentos de acolhimento, escuta especializada e atendimento humanizado, reconhecendo que vítimas de estupro não podem ser submetidas a barreiras burocráticas para acessar a proteção do Estado.

É inaceitável que, em um país marcado por índices alarmantes de violência sexual contra meninas, avancem iniciativas que enfraquecem mecanismos de proteção às vítimas. Milhares de meninas engravidam todos os anos em decorrência de estupros, realidade que exige respostas pautadas na proteção integral, na dignidade humana e no interesse superior da criança e do adolescente.

Estuprador não é pai. Criança não é mãe. Violência sexual não pode ser transformada em imposição de maternidade.

Manifestamos nossa solidariedade às meninas, mulheres e pessoas que gestam vítimas de violência sexual. Reafirmamos nosso compromisso com a defesa dos direitos humanos, da autonomia corporal e da proteção integral da infância.

Nenhum direito a menos. Nenhuma criança obrigada a levar adiante uma gestação decorrente de violência sexual. Nenhum passo atrás na proteção da infância e dos direitos das mulheres.

Maria Aparecida Trazzi Vernucci da Silva, Rio Preto