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ESPAÇO DO LEITOR

Emoções

por Da Redação
Publicado em 23/06/2026 às 00:34
Espaço do Leitor (Reprodução)
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Espaço do Leitor (Reprodução)
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A paixão pelas Copas do Mundo mobiliza sentimentos intensos, unindo nações e aquecendo a própria economia. Contudo, o gigantismo do evento exige atenção, já que o transporte de turistas e o consumo de descartáveis geram emissões de carbono e acúmulo de lixo, criando um desafio para a preservação do meio ambiente em função da emoção que toma conta de bilhões de torcedores.

A união entre a emoção do futebol e o cuidado ecológico envolve impactos e alternativas de conscientização diante de um momento em que o mundo está atento a um superevento que ficará na história pelo brilhantismo com o qual se desenvolve a maior Copa do Mundo.

É certo que este grande evento gera euforia coletiva; porém, o outro lado traz enormes impactos ambientais. O inchaço do torneio e a distância entre as sedes nos Estados Unidos, México e Canadá exigem longas viagens aéreas, gerando algumas consequências que tornam essa competição uma das mais poluentes da história.

O deslocamento de seleções e milhões de turistas entre estádios distantes é o maior vilão, respondendo pela maior parte das emissões de gases de toda natureza.

O principal impacto ambiental da Copa do Mundo está na maior pegada de carbono, no aumento da geração de resíduos e no consumo de água e energia das cidades-sede, onde se realiza o sonho de bilhões de torcedores que superlotam os estádios de futebol.

Além disso, o deslocamento recorde de torcedores e equipes gera milhões de toneladas de dióxido, além de outras situações inteiramente ligadas ao carbono. As sedes nos Estados Unidos, México e Canadá, em decorrência das distâncias continentais, fazem com que o transporte represente cerca de 87% das emissões totais do evento.

Alessio Canonice, Ibirá

Perigo

Sobre a notícia "Moradora de Rio Preto tem risco de necrose na mão após picada de aranha", meu vizinho perdeu mais da metade da perna por conta dessa picada. Infelizmente foi imprudência, ele viu o local vermelho, mas não foi à emergência pra ver o que era. No dia seguinte, a pele já estava desgrudando dos tecidos e já entrou em necrose rapidamente, tendo que fazer a amputação de emergência, antes que ele fosse a óbito.

A título de informação, a picada é indolor, mas em poucas horas os tecidos já começam a necrosar e a dor se torna intensa.

Adriana Politi de Alcantara, via Instagram