Declínio

Sim, a economia global enfrenta um declínio histórico de desaceleração e incerteza, sendo pressionada por conflitos geopolíticos, inflação persistente e riscos de novos choques correspondentes ao fornecimento de energia, consolidando-se dessa forma numa das crises mais violentas da história da humanidade.
Projeções mais recentes indicam que o crescimento econômico mundial deve diminuir 2,9% durante o decorrer de 2026, justamente em função dos conflitos geopolíticos, além da escalada de tensões no Oriente Médio, especificamente envolvendo o Irã, pressionando os preços do petróleo e ameaçando o fluxo de navegação no Estreito de Hormuz, aumentando o risco inflacionário global.
É evidente que a continuidade da guerra piora a perspectiva sobre a economia global, com o crescimento dos ataques em andamento às refinarias, campos de gás e terminais de petroleiros no Golfo Pérsico, que ameaçam prolongar a dor econômica global por meses, até mesmo anos, que poderão fazer com que os conflitos tenham sequência por tempo indeterminado.
Ataques dos Estados Unidos e de Israel elevam os preços, pioram perspectivas para a economia mundial, ocasionando a derrubada dos mercados globais de ações, forçando países em desenvolvimento a racionar combustível e subsidiar os custos de energia para proteger os mais pobres.
Há de se fazer alusão à guerra incessante, que se estende aos dias atuais, causando um choque no petróleo desde o início. O Irã, por sua vez, respondeu aos ataques dos Estados Unidos e de Israel em 28 de fevereiro, fechando, na prática, o Estreito de Hormuz, ponto de passagem de um quinto do petróleo mundial, ao ameaçar petroleiros que tentassem atravessá-lo.
Alessio Canonice, Ibirá
Lava-pés
Sobre a notícia "Arcebispo de Rio Preto lava os pés de menores infratores da Fundação Casa", em tempos em que o Evangelho virou caminho para a riqueza individual, arma contra aqueles que pensam diferente e motivo de opressão ao diferente, gestos como esse resgatam a verdadeira fé. Não à fé em um Jesus pessoal, montado para atender às vontades de alguns, mas em um Jesus que é amor ao próximo, acima de tudo.
Thafarel Pitton, via Facebook