Diário da Região
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Central Park

por Cartas do leitor
Publicado há 10 horas
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Muito bom ler o artigo do ilustre Sr Daniel de Freitas sobre a ocupação sustentável da área do IPA /Floresta Estadual do Noroeste Paulista. Tempos atrás não sentava a mesa um ambientalista e um turismólogo para discutir sobre a ocupação de uma área preservada. Cada qual com seu ponto de vista, era quase impossível um projeto sair do papel devido a intransigência ou desconhecimento de que uma área de relevância ambiental pode ser ocupada sem que cause danos ao meio.

Felizmente, o tempo mostrou que ocupar uma área de maneira sustentável é a única forma de manter e preservar, no caso a “Nossa Floresta”. A narrativa de área intocável, não se mantém nem na Floresta Amazônica. Através de investimentos em educação ambiental, na visitação consciente, na observação da fauna e da flora, atividades físicas ao ar livre e no pertencimento da população, as áreas preservadas serão mantidas e conservadas impedindo que incêndios destruam o bioma.

A implantação em nossa cidade de um parque, como o Parque Nacional da Floresta da Baviera, está mais próximo do que imaginamos. Depende da vontade política do executivo, legislativo, empresários, mas principalmente da população rio-pretense que merece uma cidade com mais qualidade de vida.

Célia Gomes, Rio Preto

Impunidade

Assistindo a uma entrevista do vice-presidente dos EUA, J. D. Vance, lembrei-me de algo muito similar, diria idêntico, com 99,9% de similaridade.

Disse o vice-presidente estadunidense, sobre o agente do ICE (Serviço de Imigração e Alfândega) que assassinou uma cidadã norte-americana na cidade de Minneapolis: “Ele está protegido por imunidade absoluta.”

Minha lembrança veio da discussão da proposta de projeto de lei do ex-presidente presidiário Bolsonaro, a chamada “excludente de ilicitude”, em parceria com o ex-deputado federal evadido Eduardo Bolsonaro.

Aqui já temos casos bastante estranhos: 257 tiros de fuzil disparados por militares contra o carro da família de Evaldo, que estava a caminho de um chá de bebê .Os agressores foram “punidos” em 3 anos, regime aberto. Imaginem, então, com licença para matar?

Marcus Aurelio de Carvalho, Santos