Diário da Região
ESPAÇO DO LEITOR

Agradecimento

por Cartas do leitor
Publicado há 2 horas
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Agradecimento

Dr. Sergio Vaz.

Já estou na Austrália.

Não existem palavras suficientes para expressar minha gratidão. O senhor não apenas realizou uma cirurgia, mas me devolveu qualidade de vida, esperança e tranquilidade.

Obrigada por toda a atenção, generosidade e carinho comigo em cada detalhe, desde as explicações, o cuidado humano, até a segurança que sempre me transmitiu. Em um momento tão delicado, fui acolhida com respeito, empatia e profissionalismo exemplar.

Serei eternamente grata por tudo o que fez por mim. Seu trabalho vai muito além da medicina, ele transforma vidas. Que Deus lhe retribua em dobro tudo o que o senhor faz por seus pacientes.

Abraços.

Mariana Pasqualon Luciano, Austrália

Violência

Dados mais recentes confirmam que a violência contra a mulher, especialmente feminicídio e violência doméstica, têm apresentado um crescimento dos mais preocupantes existentes no Brasil. Entre 2015 e 2025, o número de feminicídios demonstra com muita precisão o crescimento de 174%, saltando de 535 vítimas fatais para 1.500, ocasionando um aumento contínuo nesta última década. A lei nº 11.340/2006, que leva o nome de Maria da Penha e que disciplina o comportamento de quem está propenso a eliminar a vida de uma mulher, não tem surtido os efeitos necessários.

Estados da Federação com o maior número de casos compreendem São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia, onde se concentram as maiores ocorrências de todos os gêneros e a forma com a qual se desenvolvem os acontecimentos diários em toda a sua extensão.

Em termos globais, há de se fazer alusão à Organização Mundial da Saúde (OMS), onde aponta a existência da violência contra a mulher é generalizada com cerca de uma em cada três mulheres no mundo, sofrendo violência de grandes proporções ao longo da vida e da própria existência.

É certo que a violência doméstica e familiar tem se expandido com um crescimento à medida que os dias se sucedem. Em 2025, estimativas indicaram que milhões de brasileiras sofrem algum tipo de violência e que tem sido uma das grandes preocupações, por mais que as autoridades se empenhem, no sentido amplo de proteção às mulheres na vida cotidiana.

Um estudo realizado por pesquisadoras da Universidade Federal do Ceará (UFC), aponta que a violência contra a mulher no Brasil pode crescer até 95% até 2.033, caso o país mantenha o ritmo acelerado observado na última década.

Alessio Canonice, Ibirá