Diário da Região
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Acorda, Brasil

por Da Redação
Publicado há 5 horas
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É simplesmente revoltante ver como o Consórcio de Imprensa, liderado por uma grande emissora de TV, que atualmente recebe milhões em verbas publicitárias para “passar pano” para o governo federal, manipula a opinião pública.

Esse mesmo Consórcio em nenhum momento deu a devida atenção para um evento histórico como foi a caminhada por Liberdade e Justiça liderada por um jovem deputado federal que conseguiu a adesão de milhares de pessoas de forma voluntária.

Esse mesmo Consórcio, que não divulgou a caminhada, esteve no hospital só para noticiar que algumas pessoas foram feridas por um raio durante a manifestação numa clara intenção de sensacionalismo, porém esse Consórcio foi desmascarado pelo jovem deputado que achou estranho eles não estarem cobrindo a caminhada, mas estarem fazendo sensacionalismo em cima das vítimas dos raios.

Esse mesmo Consórcio ainda teve a cara de pau de noticiar que no evento só tinha 18 mil pessoas quando o que vimos nas redes sociais foi uma multidão que compareceu debaixo de um verdadeiro dilúvio para lavar a alma dos brasileiros de bem.

Esse mesmo Consórcio foi o que fez grande parte da população, menos esclarecida, acreditar que houve uma tentativa de golpe de estado e que apoiou as arbitrariedades jurídicas cometidas por um ministro do STF e que hoje vemos sua esposa envolvida no escândalo de um contrato de 3,6 milhões mensais, algo incomum no meio jurídico.

É por essas e outras que as redes sociais estão tomando o lugar da imprensa tradicional. Acorda, Brasil!!!

Miguel Freddi, Rio Preto

IPTU

Sobre a reportagem "Rio-pretenses têm até abril para contestar o valor do IPTU", não somos nós que temos que provar nada! A alíquota de aumento do valor venal do imóvel tem que se basear em pesquisas e dados coerentes. Tudo isso, respeitando a Constituição, vedação ao confisco e ao princípio da anterioridade, dentre outros. E, obviamente, o valor venal não pode ser superior ao valor de mercado.

Carla Rici, via Instagram