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Acidentes

por Da Redação
Publicado há 1 hora
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Os acidentes e as mortes envolvendo motociclistas têm crescido significativamente no Brasil. As motos representam 40% dos óbitos no trânsito e correspondem a mais de um terço de todas as internações hospitalares.

O risco de um motociclista sofrer um acidente é cerca de 20 vezes maior do que o de um condutor de veículo, em função das quedas violentas sofridas pelos motoqueiros. A taxa de mortes causada por acidentes de trânsito voltou a crescer no país, alcançando 16,2 óbitos a cada grupo de 100 habitantes em 2023, o que equivale a uma alta de 12,5% em relação a 2022.

Desde 2020, a taxa era mantida em 5,6%, portanto, um crescimento dos mais intensos nos dias presentes, o que vem preocupar as autoridades responsáveis pelo trânsito em todo o país diante de uma situação que vem se expandindo à medida que os dias se sucedem.

Há de se ressaltar o fato de que o destaque negativo do índice de acidentes com motos fica flagrante também quando se observa um período de comparação mais longo, ou seja, de 2013 a 2023.

O levantamento "Mortalidade das motocicletas e os riscos da implantação do mototáxi no Brasil", produzido pela IPEAL (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), aponta que as mortes em acidentes envolvendo motocicletas aumentaram mais de 15 vezes em três décadas.

Além disso, os acidentes com motos se tornaram uma das principais causas de morte no trânsito brasileiro. No fim de 1990, motocicletas representavam 3% dos óbitos; em 2023, essa participação saltou para quase 40%, o que representa uma taxa expressiva à medida que os acidentes foram tomando dimensão.

O levantamento também mostra que o maior crescimento das mortes por sinistros envolvendo motocicletas ocorre entre o fim dos anos 2000 e 2023.

Alessio Canonice, Ibirá

Hemocentro

Sobre a reportagem "Com cadeiras vazias, Hemocentro de Rio Preto faz apelo por doação de sangue", eu não imaginava a importância de doar sangue até a minha bebê ficar na UTI e precisar de apenas uma bolsa de sangue O+ e não ter nem sequer "essa uma" disponível. Fizemos campanha e descobrimos a importância de doar sangue.

Maila Fernandes, via Instagram