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ESPAÇO DO LEITOR

Bondade

por Da Redação
Publicado em 29/07/2026 às 00:01
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Todos nós, reis e plebeus, temos nossos desafios; o importante é não jogarmos a toalha, jamais nos darmos por derrotados. Seguiremos em frente; Jesus sabe do que precisamos. Ele, Jesus, não é indiferente nem à morte de um passarinho; não há um fio de cabelo da nossa cabeça que caia que ele, Jesus, não tome conhecimento.

Sejamos bons, para que Jesus venha até nós no momento certo é nos trará socorro, ouvirá nossas rogativas, não nos deixará sem respostas. Jesus é misericórdia além das nossas percepções humanas.

Confiemos em Jesus, mas façamos a nossa parte, pois tudo passa e a bonança vem, porque Jesus é amor além daquilo que imaginamos.Tenhamos pensamentos bons, positivos, e nós vamos criando um estado de energias que nos liga a Jesus. Mas sejamos um ser humano, independente do que fazemos, um ser humano equilibrado.

Não invejamos ninguém, não prejudicamos ninguém; sejamos pessoas que, onde passam, deixam luz, e não trevas. Cuidado com o que expressamos; às vezes temos tendência para reclamar, falar mal dos outros, prejudicar os outros. Aí criamos uma barreira, impedindo as energias de Jesus de chegar até nós.

Jesus é onisciente, está em toda parte ao mesmo tempo, e onipotente, sabe tudo, a ele ninguém engana, daí agirmos com bondade em nossos agires e pensares.

Clevis Gimenes Toscano, Rio Preto

Corporativismo

Com a morte do ex-juiz Júlio Cesar Cuginotti, vieram a público seus diversos processos e pasmo fiquei quando li que já havia uma condenação anterior ao escandaloso caso ocorrido nesta cidade. Ainda juiz na cidade de Olímpia, foi condenado ao ressarcimento do valor pago pela prefeitura para moradia e abastecimento do veículo do ex-juiz. E, ao invés de ser punido e afastado do cargo, por total falta de ética e moral para atuar como juiz, ele foi enviado para a nossa cidade, ou seja, ele foi promovido, já que Rio Preto é entrância final. Se as providências necessárias tivessem sido tomadas já naquele primeiro caso ocorrido em Olímpia para que o ex-juiz não permanecesse no Judiciário, evitaríamos o mal maior que se instalou quando ele cá esteve presidindo a 4ª Vara Cível. Mas é assim o judiciário, protege aos seus, assim como alguns outros órgãos em detrimento da população. É o chamado corporativismo!

Marcos Vinícius Marques, Rio Preto