Comece hoje pagando a partir de R$5/mês no plano mensal
COPA

Coreia do Sul e República Tcheca fazem o segundo duelo do Grupo A

Partida será às 23h desta quinta, 11, em Guadalajara

por Folhapress
Publicado em 11/06/2026 às 09:07Atualizado em 11/06/2026 às 09:07
Coreia joga sob a liderança do atacante Son Heung-min, 33 anos (Divulgação)
Galeria
Coreia joga sob a liderança do atacante Son Heung-min, 33 anos (Divulgação)
Ouvir matéria

Às 23h desta quinta, 11, em Guadalajara, Coreia do Sul e República Tcheca fazem o segundo duelo do Grupo A.

Os sul-coreanos chegam à sua 11ª participação seguida sob a liderança do atacante Son Heung-min, 33, do Los Angeles FC, que pode se isolar como o maior artilheiro da seleção no torneio -hoje ele divide o topo da lista com Ahn Jung-hwan, já aposentado, com três gols cada um.

O time também conta com o zagueiro Kim Min-jae, 29, do Bayern de Munique, e com o ponta Lee Kang-in, 25, do PSG (Paris Saint-Germain), entre os principais jogadores do plantel à disposição do técnico Hong Myungbo, 57 -recordista de jogos pela seleção em Copas, com 16 partidas disputadas entre as edições de 1990 e 2002.

A melhor campanha da Coreia do Sul foi em 2002, quando foi uma das sedes, junto com o Japão. Avançou até as semifinais, deixando pelo caminho Itália e Espanha. Parou diante da Alemanha e acabou superada pela Turquia na disputa pelo terceiro lugar.

A República Tcheca teve um caminho árduo para conseguir voltar a uma Copa do Mundo depois da última participação, em 2006.

Segundo colocado em seu grupo nas Eliminatórias, atrás da Croácia, o país do leste europeu precisou passar pela repescagem europeia, superando Irlanda e Dinamarca na disputa de pênaltis.

A equipe trocou de comando recentemente e é dirigida desde dezembro de 2025 pelo treinador Miroslav Koubek, 74, ex-goleiro que sucedeu Ivan Hasek após surpreendente derrota para as Ilhas Faroé.

O grande nome do elenco é o centroavante Patrik Schick, 30, do Bayern Leverkusen, artilheiro da República Tcheca nas Eliminatórias, com cinco gols em oito jogos.

A melhor campanha do país foi nas edições de 1934 e 1962, quando ainda se chamava Tchecoslováquia, terminando com o vice-campeonato –perdeu a final para Itália e Brasil, respectivamente.