Diário da Região
SURPRESA ILUSTRE

Bebeto, craque do tetra, visita CT do Mirassol

O ex-jogador é sogro do meia Eduardo, que fraturou o punho esquerdo no jogo contra o Cruzeiro; Bebeto conheceu as instalações do CT e teve contato com um pouco mais da trajetória do Leão

por Lucas Israel
Publicado há 2 horasAtualizado há 2 horas
Paulinho, executivo de futebol do Mirassol, e Bebeto, campeão do mundo em 1994, na recepção do CT do Mirassol (Divulgação/Agência Mirassol)
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Paulinho, executivo de futebol do Mirassol, e Bebeto, campeão do mundo em 1994, na recepção do CT do Mirassol (Divulgação/Agência Mirassol)
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O Mirassol viveu uma terça-feira de Carnaval, 17, especial com a visita de um dos principais nomes da história do futebol brasileiro. O ex-atacante Bebeto, campeão do mundo com a Seleção Brasileira em 1994, esteve no Centro de Treinamento do clube e acompanhou de perto a rotina da equipe.

Recebido pela diretoria, Bebeto conheceu as instalações do CT e teve contato com um pouco mais da trajetória do Leão. O ex-jogador é sogro do meia Eduardo e passou o dia ao lado do atleta, que fraturou o punho esquerdo no jogo contra o Cruzeiro, acompanhando as atividades e conversando com membros da comissão técnica e dirigentes.

Durante a visita, o executivo de futebol do Mirassol, Paulinho, presenteou o tetracampeão com uma camisa personalizada do clube, gesto que simbolizou o reconhecimento à relevância histórica do ex-atacante para o futebol nacional.

Revelado pelo Vitória, Bebeto construiu carreira vitoriosa no futebol brasileiro e internacional. No Brasil, atuou por clubes como Flamengo, Vasco da Gama, Botafogo e Cruzeiro. No exterior, destacou-se principalmente no Deportivo La Coruña, da Espanha.

Artilheiro, técnico e decisivo, Bebeto marcou época sobretudo na campanha do tetracampeonato, eternizando a comemoração do “embalo de bebê” após o segundo gol contra a Holanda nas quartas de final da Copa de 1994, nos Estados Unidos. O Brasil venceu aquele jogo por 3 a 2. O gesto, que se tornou um dos símbolos daquele título mundial, era uma homenagem ao filho Mattheus, que havia nascido dois dias antes, no Rio de Janeiro.