Região de Rio Preto cria 12,9 mil vagas com carteira assinada no primeiro semestre
Setor de Comércio foi o que mais gerou vagas nos primeiros seis meses do ano

De janeiro a junho de 2026, a região de Rio Preto criou 12.912 vagas de emprego com carteira assinada. Os dados são da Fundação Seade, com base nas informações do Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Já o estado de São Paulo foi responsável pela geração de mais de 250 mil oportunidades de emprego formal no primeiro semestre, o equivalente a quase 1,5 mil vagas por dia.
Em junho, a região de Rio Preto criou 1.067 vagas de emprego formais e, no acumulado de 12 meses, foram 5.327.
O estado de São Paulo respondeu por 27% do total de vagas com carteira assinada do país no semestre, 24% e em junho e 22% em 12 meses. Os números consolidam São Paulo como o estado que tem maior saldo de vagas do país, além de criar 58% dos empregos na região Sudeste de janeiro a junho.
Em todos os períodos, houve crescimento na criação de vagas de emprego no estado: 0,24% em junho, 1,75% no semestre e 1,46% no acumulado de 12 meses.
São José do Rio Preto – vagas criadas
Junho: 1.067
Semestre: 12.912
12 meses: 5.327
São Paulo - vagas criadas
Junho: 34.981
Semestre: 252.558
12 meses: 210.733
Brasil - vagas criadas
Junho: 145.161
Semestre: 921.645
12 meses: 963.921
Sudeste - vagas criadas
Junho: 70.383
Semestre: 444.363
12 meses: 365.894
Setores com mais contratações
Em Rio Preto, o setor de Comércio foi o que criou mais vagas em junho (409), seguido por Serviços (332), Indústria (280) e Construção (146). O setor de Agricultura (-100), teve desempenho negativo.
No estado de São Paulo, o setor de serviços também foi o que mais criou vagas em junho – total de 21.672. Dentro do setor se destacaram Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (9.389), Transporte, armazenagem e correio (9.377) e Alojamento e alimentação (3.438).
Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura vieram na sequência, com 9.364 vagas, seguido por Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas (4.738).
Salário médio
Em junho, São Paulo teve também o maior salário médio de admissão do País, de R$ 2.724,94, seguido por Santa Catarina (R$ 2.449,72), Distrito Federal (R$ 2.431,74) e Mato Grosso (R$ 2.400,91).
A valorização dos trabalhadores paulistas é impactada por fatores como o salário mínimo paulista fixado pelo governo de São Paulo para o Estado, que alcançará quase 50% de valorização com o valor R$ 1.874 em 2026.
O salário de admissão de São Paulo é 13% maior que do Brasil (R$ 2.404,34). O Sudeste foi a região com maior valor no país (R$ 2.565,35).