Máquinas agrícolas

Prefeituras do estado de São Paulo receberam 98 máquinas agrícolas ao longo de 2025. De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), as entregas fazem parte do Programa de Modernização e Apoio à Produção Agrícola (Promaq). Na região Noroeste, as prefeituras de Mendonça, Nova Granada, Orindiúva, Paulo de Faria e Populina, receberam tratores agrícolas, em cerimônia que aconteceu no dia 19 de dezembro. No total, 85 municípios paulistas receberam os equipamentos, incluindo retroescavadeiras, motoniveladoras, tratores agrícolas, pás carregadeiras, rolos compressores e escavadeiras hidráulicas. Segundo o Mapa, o Promaq tem como finalidade modernizar o setor agropecuário, aumentar a produtividade rural, promover o desenvolvimento regional e reduzir as desigualdades regionais.
Fertilizantes
A importação de fertilizantes ocorrida no período de janeiro a novembro de 2025 registrou o volume de 41,73 milhões de toneladas e alcança um novo recorde. Esse volume é maior ao obtido no mesmo período de 2024, quando foram importadas 40,84 milhões de toneladas do insumo. Os dados são do Boletim Logístico, divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e que indica ainda que o porto de Paranaguá, no estado do Paraná, continua sendo o principal eixo de entrada de fertilizantes no País, com a internalização de 10,16 milhões de toneladas do produto. Já pelo estado de São Paulo, foram internalizadas cerca de 7,52 milhões de toneladas do produto.
Açúcar e etanol
O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) apontou que a entressafra da cana-de-açúcar 2025-2026, que começa em janeiro deste ano e se estende até março de 2026, ainda pode ser marcada por preços firmes de açúcar e etanol. Além da demanda, que deve seguir aquecida, pesquisadores do Cepea indicam que o suporte também deve vir dos estoques menores de etanol na região Centro-Sul do País. Por outro lado, a temporada 2026-2027, que se inicia oficialmente em abril, deve ser marcada por atenção redobrada às cotações do açúcar no mercado internacional e à expansão da produção de etanol, especialmente diante do risco de a oferta avançar em ritmo superior ao da demanda.
Café

O ano de 2026 deve ser novamente marcado por instabilidades nas cotações do café. Pesquisadores do Cepea indicam que, com o início do ano ainda caracterizado por estoques apertados, mesmo com a colheita do Vietnã (maior produtor mundial de café robusta) em andamento, a menor disponibilidade global do grão tende a manter os preços em patamares mais elevados, cenário semelhante ao observado em grande parte do segundo semestre de 2025. No Brasil, o desenvolvimento da safra 2026-2027 vem ocorrendo em condições climáticas melhores do que as registradas em anos anteriores. Com clima mais favorável, a expectativa é de recuperação do setor cafeeiro, que vem sendo afetado por adversidades climáticas que comprometeram a produção.