Adaptar ou desaparecer. A inovação no mundo dos negócios
Tamanho e recursos não garantem permanência no mercado; o que salva é a capacidade de adaptação

Vivemos numa era em que a única certeza é a transformação constante e lembramos isso semana a semana aqui. E no centro dessa revolução está a tecnologia, que não apenas cria novas possibilidades, mas exige uma postura renovada, a capacidade de se adaptar para não ficar para trás.
Pense em gigantes como Kodak, Blockbuster e Nokia. Essas marcas tinham tudo, recursos, reconhecimento e mercados consolidados. Mesmo assim, desapareceram. Por quê? Porque faltou uma coisa essencial: mentalidade para mudar. Inventaram, inovaram, mas não tiveram humildade para aprender com o novo, com quem estava, de fato, criando o futuro.
Kodak, por exemplo, inventou a câmera digital, mas se apegou ao passado dos filmes, negando a transformação que vinha pela frente. Blockbuster ignorou o streaming enquanto a Netflix redesenhava a experiência do consumidor. E Nokia, que reinava nos celulares, demorou a abraçar o universo dos smartphones, cedendo espaço para Apple e Samsung dominarem.
Isso nos mostra algo fundamental: tamanho e recursos não garantem permanência no mercado. O que salva mesmo é a capacidade de adaptação, de aprender rápido, de testar, errar e melhorar. Essa é a lição que as startups têm nos dado, elas são ágeis, obsessivas pelo cliente, e não têm receio de experimentar.
Não é exagero dizer que a cultura de inovação já é o novo padrão de competitividade. Quem está crescendo hoje são empresas que entendem que inovar é uma necessidade, não um modismo. E o futuro é dessas organizações que criam ambientes onde as novas ideias possam florescer, que estão abertas para parcerias e que olham para frente com humildade.
Mas a mudança não vem só pela cultura, a tecnologia está revolucionando tudo. Inteligência Artificial, big data, computação em nuvem, Internet das Coisas, automação e muito mais já não são mais tendências, são realidades. Incorporar essas tecnologias não é mais um diferencial, é questão de sobrevivência.
Nesse contexto, a pergunta que fica para cada um de nós, líderes, empreendedores e profissionais, é se estamos prontos para aprender com quem está moldando o futuro? Estamos dispostos a deixar o passado confortável para abraçar o novo?
Adaptar ou desaparecer. Essa não é apenas uma frase impactante, é um chamado urgente para repensar nossa mentalidade, renovar nossos processos e reimaginar nosso lugar no mercado.
Porque, no fim, o segredo não está só em tecnologia ou recursos, mas na mente aberta, na humildade para aprender e no desejo genuíno de evoluir sempre!
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1º Evento de IA nos Negócios em Rio Preto
Com apoio da Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnologia de Rio Preto, a Apeti, o 1º Evento de IA nos Negócios reunirá líderes, executivos e gestores no dia 28 de janeiro, das 8h às 12h, no Riopreto Shopping Center, com transmissão online disponível. O objetivo é debater o uso estratégico da Inteligência Artificial com foco em resultados e na adaptação da cultura corporativa às demandas de 2026.
O encontro abordará tendências de IA, incluindo cultura organizacional e inteligência emocional com IA, riscos e governança, além de aplicações práticas da tecnologia na performance, eficiência e tomada de decisão.
O evento é promovido pela iProcesso e será dividido em três momentos: reflexões sobre 2025 e seus impactos, participação de especialistas com insights práticos e experiências aplicadas ao mercado, e o lançamento do WorkspaceEAI.digital, ferramenta voltada a apoiar decisões e estratégias com IA para 2026.
IA também na educação
Uma das participantes do evento é Solange Pescaroli, especialista em relacionamento e fundadora da UMA Educação. Para ela, o diferencial da proposta está na combinação entre tecnologia e acompanhamento humano. “A proposta é unir inteligência artificial com inteligência humana. As empresas podem usar os agentes de IA do Workspace para ganhar produtividade e competitividade, mas com acompanhamento de especialistas que ajudam a interpretar dados, entender necessidades reais e orientar decisões. A tecnologia escala, mas é o olhar humano que garante direção e resultado”.