AGRONOTÍCIAS

2026 é o Ano Internacional da Mulher Agricultora

Proclamada pelas Nações Unidas, a homenagem centra-se no papel essencial, embora muitas vezes ignorado, que as mulheres desempenham nos sistemas agroalimentares

por Mauricio Picazo Galhardo
Publicado há 1 horaAtualizado há 1 hora
AgroNotícias, por Maurício Picazo Galhardo (Divulgação)
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AgroNotícias, por Maurício Picazo Galhardo (Divulgação)
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ANO INTERNACIONAL DA MULHER AGRICULTORA

O Ano Internacional da Mulher Agricultora (2026) , proclamado pelas Nações Unidas, centra-se no papel essencial, embora muitas vezes ignorado, que as mulheres desempenham nos sistemas agroalimentares, desde a produção até ao comércio. Na Sala de Imprensa da FAO, foi discutida por que as mulheres agricultoras são essenciais para a segurança alimentar global.

PLANO SAFRA 2026/2027

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) começou, a ouvir produtores rurais das cinco regiões do país para construir as propostas do setor para o Plano Agrícola e Pecuário do ciclo 2026/2027. Os encontros vão reunir entidades, representantes de sindicatos rurais, Federações estaduais de agricultura e pecuária, produtores e especialistas sob a coordenação da Comissão Nacional de Política Agrícola da CNA.

LEI DO TRABALHO RURAL

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, o relatório do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ao Projeto de Lei 4.812/2025, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PP-MT), que estabelece um novo marco legal para o trabalho rural no país. A proposta, entre outros pontos, revoga a legislação vigente desde 1973 e consolida, em um único texto, normas hoje dispersas sobre as relações de trabalho no campo. O projeto tem 221 artigos e trata de temas como contratos, jornada, saúde e segurança, negociação coletiva e fiscalização.

PLATAFORMA TRIGO NO BRASIL

A Embrapa lançou a plataforma digital Trigo no Brasil, que retrata a cadeia produtiva do cereal em dados e mapas. Suas informações abrangem desde a produção no campo e a importação até o processamento nas indústrias e a exportação. O site traz ainda uma estimativa inédita da proporção de sistemas de produção irrigados ou de sequeiro na triticultura do Brasil Central, região para onde o cultivo tem se expandido nos últimos anos.

FAESP/SENAR-SP E APEXBRASIL

O Sistema Faesp/Senar-SP deu mais um passo estratégico na ampliação de parcerias institucionais ao realizar uma reunião com representantes da ApexBrasil. O encontro marcou o início de um diálogo voltado ao fortalecimento do relacionamento entre as duas entidades, com foco na geração de oportunidades para o agro paulista.

MERCADO DE FRUTAS

A atual conjuntura geopolítica global, além do início do acordo Mercosul-União Europeia agora em maio trazem novas oportunidades para as exportações brasileiras de frutas, disseram especialistas, entre os quais o presidente da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), Guilherme Coelho; e o doutor em Economia e coordenador do Mestrado em Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Felipe Serigatti, durante a Fruit Attraction São Paulo 2026.

REFEIÇÕES DE PRIMAVERA

Nos Estados Unidos as festas de primavera reúnem famílias e amigos para o presunto da Páscoa, o peito bovino da Páscoa judaica e os pratos de brunch à base de ovos do Dia das Mães. À medida que os consumidores em toda a América preparam essas refeições tradicionais para grandes encontros, seguir práticas básicas de segurança alimentar pode ajudar a reduzir o risco de doenças transmitidas por alimentos.

CAFÉ/CEPEA

O atual conflito no Oriente Médio tem impactado diretamente os mercados interno e externo de derivados de petróleo, o que, segundo pesquisadores do Cepea, pode elevar os custos de produção da cafeicultura brasileira nos próximos meses. Embora os fertilizantes liderem os aumentos de custo nos tratos culturais, a maior preocupação do setor hoje é a valorização do diesel, sobretudo com a proximidade da colheita da safra 2026/27. De acordo com pesquisadores do Cepea, como atualmente tem aumentado o percentual de lavouras colhidas com máquinas no Brasil, e toda a operação envolve diversas atividades com tratores, a alta no combustível tende a ser sentida mais rapidamente no campo. (Com informações de assessorias)

Mauricio Picazo Galhardo é jornalista