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'Melancólica' e 'amarga': imprensa internacional repercute queda do Brasil

por Folhapress
Publicado em 05/07/2026 às 20:00Atualizado em 05/07/2026 às 20:06
Haaland finaliza para marcar o segundo gol norueguês contra o Brasil (Divulgação/Fifa)
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Haaland finaliza para marcar o segundo gol norueguês contra o Brasil (Divulgação/Fifa)
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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - A imprensa internacional repercutiu a eliminação do Brasil para a Noruega após perder por 2 a 1 nas oitavas de final da Copa do Mundo, no MetLife Stadium, em Nova Jérsei (EUA).

Veja reações

"O Brasil está fora da Copa do Mundo. A primeira experiência de Carlo Ancelotti no comando da seleção terminou da maneira mais amarga"

As, da Espanha

"Uma atuação histórica de Erling Haaland. Com dois gols espetaculares, ele garantiu a vaga da Noruega nas quartas de final, uma equipe que havia sido superior em campo contra um Brasil que deixou muito a desejar"

Olé, da Argentina

"Apesar de um pênalti convertido por Neymar no final da partida, a seleção brasileira se despediu da Copa do Mundo de forma melancólica"

L'Équipe, da França

"Os pentacampeões... continuam sendo os pentacampeões"

The Guardian, da Inglaterra

"Sem inspiração, assim como sua equipe, o craque (Neymar) não conseguiu evitar a decepcionante eliminação da seleção, que não era derrotada tão cedo em uma Copa do Mundo desde 1990"

Le Parisien, da França

"Acabou o jogo e o sonho do hexa! A Noruega elimina o Brasil com uma vitória por 2-1. Brilhou Erling Haaland, que marcou de novo já na reta final e mandou a canarinha para casa. Neymar ainda reduziu perto do final, mas de nada serviu"

A Bola, de Portugal

"Haaland é maior que o Brasil! Dois gols magníficos castigam uma seleção apática, Ancelotti mandado para casa"

Gazzeta dello Sport, da Itália

Fim do sonho

O Brasil deu adeus à Copa após tomar 2 a 1 da Noruega -os dois gols europeus foram marcados por Haaland, enquanto Neymar descontou para os sul-americanos.

A eliminação gera o maior jejum da seleção pentacampeã em Copas do Mundo. Até hoje, o maior hiato havia ocorrido entre 1970 e 1994 (24 anos). Agora, serão pelo menos 28 anos de seca.