Diário da Região
NA REPRESA

Suspeito de furto de fios elétricos morre afogado na Represa de Rio Preto ao tentar fugir

Segundo o registro, ao tentar atravessar o reservatório a nado, o homem não conseguiu completar a travessia e acabou submergindo; o óbito foi constatado ainda no local.

por Lucas Israel
Publicado em 04/01/2026 às 09:37Atualizado há 21 horas
Represa Municipal de Rio Preto (Guilherme Baffi/Arquivo Diário)
Galeria
Represa Municipal de Rio Preto (Guilherme Baffi/Arquivo Diário)
Ouvir matéria

Um homem morreu afogado na noite de sábado, 3, após tentar fugir da polícia após ser flagrado praticando furto de fios elétricos em uma residência no bairro Seixas, em Rio Preto. O caso foi registrado como furto consumado e morte acidental, segundo a Polícia Civil.

Segundo o boletim de ocorrência, guardas municipais que realizavam patrulhamento nas imediações da represa da cidade foram abordados por um vigilante, que relatou ter visto um indivíduo subtraindo fiação elétrica de uma residência sob vigilância. O suspeito teria sido surpreendido enquanto queimava os fios furtados, possivelmente para retirada do cobre, e fugiu em direção à área da represa ao perceber que havia sido visto.

A ação também foi presenciada por outra testemunha, que confirmou a tentativa de fuga. As equipes da GCM iniciaram buscas e montaram um cerco, posicionando viaturas em margens opostas da represa para impedir a evasão.

Segundo o registro, ao tentar atravessar o reservatório a nado, o homem não conseguiu completar a travessia e acabou submergindo. Diante da situação, os agentes acionaram imediatamente o Corpo de Bombeiros, que realizou o resgate do corpo e tentou reanimar a vítima, sem sucesso. O óbito foi constatado ainda no local.

Após o ocorrido, os guardas se deslocaram até o imóvel onde teria ocorrido o furto. A residência estava fechada, e o proprietário não foi localizado naquele momento. O endereço foi identificado para fins de investigação, e a subtração de fiação elétrica residencial foi formalmente registrada.

A Polícia Civil classificou o caso como morte acidental, uma vez que não houve intervenção direta durante a tentativa de travessia, e determinou o encaminhamento da ocorrência à delegacia responsável pela área.