SÃO JOSÉ DO RIO PRETO | DOMINGO, 07 DE AGOSTO DE 2022
DIAGNÓSTICO PRECOCE

Curada de um câncer de mama, professora celebra nova vida

O diagnóstico precoce foi essencial para evitar a progressão da doença, que estava evoluindo rapidamente

Millena Grigoleti
Publicado em 13/12/2021 às 23:19Atualizado em 14/12/2021 às 09:03
Juliana Rodrigues de Andrade, professora de 42 anos, com o carro decorado para o dia especial (Guilherme Baffi 13/12/2021)

Juliana Rodrigues de Andrade, professora de 42 anos, com o carro decorado para o dia especial (Guilherme Baffi 13/12/2021)

Juliana Rodrigues de Andrade, professora de 42 anos, celebrou nesta segunda-feira, 13, uma importante vitória: contra o câncer. Com o carro decorado e sorriso no rosto, a moradora de Fronteira encarou sua última quimioterapia, parte de um tratamento contra um tumor de mama descoberto em junho deste ano.

“Sou bem certinha com a rotina de médicos, tenho muito medo de deixar os exames de rotina para depois. Meu câncer não era palpável, estava lá para dentro, descobri através da mamografia e do ultrassom. É muito importante a prevenção”, considera ela, que passou por uma cirurgia para remoção do tumor, na mama esquerda, 19 sessões de radioterapia e quatro de quimioterapia. O diagnóstico precoce foi essencial para evitar a progressão da doença, que estava evoluindo rapidamente.

Ela conta que no dia do diagnóstico chorou muito e pensou na família. Depois, fez uma promessa a si mesma: só choraria novamente no dia em que estivesse curada, mas de alegria.

“Falei: ‘não vou deixar esse câncer me vencer. Eu que vou vencer’. Graças a Deus venci. Estou muito feliz mesmo, hoje posso dizer que sou uma nova pessoa, mudei para melhor”, comemora. “Hoje graças a Deus estou curada, a sensação é de uma nova vida, um novo olhar, é muito importante a gente se cuidar. A saúde é tudo na vida da gente, o resto a gente corre atrás”, acredita.

Juliana é só gratidão a Deus, à família e aos amigos, com quer aproveitar a vida ao máximo. Serão cinco anos de acompanhamento, mas exames já mostraram que não existem mais células doentes. “Nunca quis olhar o lado negativo da doença, eu sempre pensei positivo, que ia vencer, que tudo ia dar certo, que Deus e Nossa Senhora iam me curar. Deu tudo certo.”

 
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