Saúde retoma mutirão contra o Aedes aegypti neste sábado em Rio Preto
A ação será das 8h às 14h, nas áreas de abrangência do Anchieta, Jardim Gabriela, João Paulo 2º/Jaguaré e São Deocleciano

A Secretaria de Saúde de Rio Preto retoma neste sábado, 10, o mutirão dos agentes de saúde para combate ao Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana. A ação será das 8h às 14h, nas áreas de abrangência do Anchieta, Jardim Gabriela, João Paulo 2º/Jaguaré e São Deocleciano.
No ano passado, Rio Preto registrou o maior número da história de casos e mortes por dengue. Foram 52.649 casos positivos para a doença e 40 mortes, segundo dados da Secretaria de Saúde.
No mutirão, os agentes visitarão os imóveis, orientando os moradores quanto aos cuidados para evitar focos do mosquito e vistoriando as residências à procura de criadouros, que podem ser quaisquer recipientes que acumulem água, como tampinhas, garrafas, pneus, bebedouros de animais, entre outros.
Caso sejam encontradas larvas do Aedes, os agentes realizam a limpeza do recipiente ou o descarte. Para que o ambiente permaneça protegido da dengue, é necessário que cada morador verifique a própria residência uma vez por semana, garantindo que não haja recipientes propícios para o desenvolvimento de larvas.
Os moradores também estão sendo orientados quanto aos cuidados necessários para a prevenção de acidentes com escorpiões.
No mutirão, todos os agentes de saúde estão uniformizados com calça azul marinho e camisa azul clara com logotipo da Prefeitura. As únicas perguntas solicitadas ao morador são o nome completo e a data de nascimento.
Balanço
Em 2025, a Secretaria de Saúde totalizou cerca de 1 milhão de visitas, incluindo 45 mil realizadas exclusivamente aos sábados de mutirão.
Em 2026, a estratégia se repete e será realizada até março. As outras ações de combate ao mosquito continuam, entre elas:
Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI) em escolas e imóveis especiais;
Manutenção das Estações Disseminadoras de Larvicidas (EDLs);
Ação em imóveis abandonados, como limpezas determinadas judicialmente;
Nebulização;
Limpeza urbana;
Implementação do Projeto Big Data, que integra os bancos de dados em um único, qualificando a análise e o direcionamento das ações de combate ao Aedes.