Saúde confirma três mortes por Influenza em Rio Preto
Vítimas são uma criança, uma adolescente e uma idosa; nenhuma delas tomou vacina

A Secretaria de Saúde de Rio Preto confirmou o registro de três mortes por Influenza, todos causados pela cepa Influenza A (H3N2).
Segundo a Saúde, as vítimas são:
Mulher, faixa etária de 60 a 69 anos, com comorbidades. Apresentou os primeiros sintomas em abril e faleceu no mesmo mês. Não era vacinada contra Influenza.
Menina, faixa etária de 1 a 4 anos, sem comorbidades. Apresentou os primeiros sintomas em abril e faleceu no mesmo mês. Não era vacinada contra Influenza.
Adolescente do sexo feminino, faixa etária de 10 a 19 anos, sem comorbidades. Apresentou os primeiros sintomas em abril e faleceu no mesmo mês. Não era vacinada contra Influenza.
Até o momento, o município contabiliza 57 casos confirmados de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por Influenza.
Vacinação
A pasta reforça a importância de que os grupos prioritários procurem uma sala de vacina para atualização da caderneta vacinal. Desde o início da campanha, em 26 de março, a cobertura vacinal geral contra a gripe é de 29%, sendo:
16,6% entre crianças
32,6% entre idosos
37,7% entre gestantes
A meta é vacinar ao menos 90% do público-alvo.
A vacina contra a gripe é segura, eficaz e fundamental para prevenir casos graves, internações e óbitos.
Atenção aos sinais
Pessoas que apresentem sintomas como: febre persistente, dificuldade para respirar, cansaço intenso ou piora do quadro clínico devem procurar atendimento médico imediatamente. O diagnóstico precoce e o tratamento oportuno são fundamentais para evitar complicações graves, internações e óbitos.
Pacientes com fator de risco para doenças mais graves têm indicação de uso de antiviral, como também crianças, idosos, gestantes, imunossuprimidos e outros.
“Muitos casos evoluem de forma desfavorável quando a assistência médica é buscada apenas em estágios avançados da doença. Por isso, diante de qualquer sinal de agravamento, é essencial procurar uma unidade de saúde o quanto antes”, destaca a coordenadora da vigilância em saúde de Rio Preto, Andreia Negri.