SÃO JOSÉ DO RIO PRETO | SEXTA-FEIRA, 19 DE AGOSTO DE 2022
A FORÇA DA SAÚDE

Rede hospitalar de Rio Preto faz um atendimento a cada dois segundos

No Dia do Hospital, celebrado neste sábado (2), Diário inicia série de reportagens que mostra como Rio Preto se tornou referência no setor

Rone Carvalho
Publicado em 01/07/2022 às 22:46Atualizado em 04/07/2022 às 15:09
Primeira cirurgia robótica realizada na região de Rio Preto (Guto Sonemberg)

Primeira cirurgia robótica realizada na região de Rio Preto (Guto Sonemberg)

Um atendimento médico a cada dois segundos, 13 cirurgias por hora e 21 partos por dia. Esses são os números da saúde de Rio Preto. Setor que movimenta a economia da cidade e que gera aproximadamente 20 mil empregos formais, segundo dados do Ministério da Economia. Além dos hospitais, as clínicas, farmácias, laboratórios, universidades e até o comércio ajudam a cidade a se consagrar como “terra do jaleco”.

A partir deste sábado, 2 de julho, data em que se celebra o Dia do Hospital, o Diário inicia a série de reportagens “A força da saúde”, que vai mostrar como Rio Preto tornou-se referência no setor, atraindo gente até do exterior, seja em busca de tratamento ou de formação.

Em Rio Preto, oito hospitais são responsáveis pelo atendimento de pacientes de média e alta complexidade do Noroeste Paulista. São milhares de pessoas, que diariamente desembarcam na cidade para fazer exames, cirurgias, consultas ou partos. Tudo isso, em conjunto com o investimento em tecnologia e pesquisas científicas, contribui para Rio Preto ser um polo em saúde, não apenas regionalmente.

Para o médico cirurgião Toufic Anbar Neto, a própria linha do trem contribuiu para o posto. “Por mais de duas décadas, a linha férrea terminava na cidade. Rio Preto passou a ser ‘boca do sertão’, acolhendo não apenas pacientes da própria região, mas também de outros estados, como do sul de Minas Gerais e do Mato Grosso do Sul, que vinham pra cá em busca de tratamento”.

Outro grande passo ocorreu na década de 50, com a inauguração do Hospital Psiquiátrico Adolfo Bezerra de Menezes e do início das obras de construção do Hospital de Base e do Hospital Infante Dom Henrique da Beneficência Portuguesa, que com investimentos em tecnologia tornaram-se referência no País.

“A própria infraestrutura da cidade e as faculdades de medicina ajudaram a cidade a chegar neste posto de referência. É um polo em saúde como um todo, aqui tem praticamente todas as especialidades médicas. Nosso setor de urgência e emergência também é referência regional. Tudo isso acaba por influir nessa força que a saúde desempenha na cidade”, disse Leandro Freitas Colturato, presidente da regional de Rio Preto da Associação Paulista de Medicina (APM).

Passando do pioneirismo do médico Domingo Marcolino Braile – que em 1963 realizou a primeira cirurgia cardíaca no Brasil fora das grandes capitais – aos recentes testes das vacinas contra a Covid-19 na Faculdade de Medicina de Rio Preto (Famerp), a cidade continua fazendo história quando o assunto é saúde.

“Rio Preto tem uma medicina de primeiro mundo e o rio-pretense deve se orgulhar muito. Esta referência inicia com a Faculdade de Medicina e ao longo dos últimos anos os seus profissionais se especializaram em áreas importantes, entre elas a de transplantes”, diz o prefeito de Rio Preto, Edinho Araújo.

Hospitais especializados

Além dos hospitais de média e alta complexidade, a partir da década de 80, com a instalação da primeira faculdade de medicina, Rio Preto passou a ganhar hospitais especializados. Um dos primeiros foi o Hospital do Olho de Rio Preto (Horp), que realiza uma média de 15 cirurgias e 151 atendimentos por dia, sendo a mais comum de catarata. Na mesma década, também é fundado na cidade o Hospital de Otorrino e Especialidade (Hiorp).

Já na década de 90, com a ascensão das clínicas médicas particulares e o advento da especialização médica, nasce a Fundação da Clínica de Olhos Redentora. Dez anos depois, a instituição passa a ser HO Redentora, especializando-se também em ser um hospital de olhos.

Atualmente, o hospital realiza uma média de 500 atendimentos por dia, com pacientes de Rio Preto, Mirassol, Bady Bassitt, Olímpia, Guapiaçu, Votuporanga, Santa Fé do Sul, Uchoa, Fernandópolis e cidades do sul de Minas Gerais, como Frutal.

Da mesma forma, na segunda metade do século 20, diversos outros hospitais e instituições especializadas se consolidaram em Rio Preto, como o Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC), fundado em dezembro de 1967 por um pequeno grupo de cardiologistas. E o Instituto de Cardiologia (Incor) de Rio Preto, que nasceu em 1998 do desejo de um grupo de médicos de fundar um centro de cardiologia e cirurgia vascular para se consolidar como referência no interior do Estado de São Paulo.

“Na segunda metade do século 20, quando médicos de Rio Preto começaram a construir grupos em determinadas especialidades, isso acabou por impulsionar a medicina local. Rio Preto passou a ser procurada pelos pacientes da região não apenas por conta dos hospitais gerais, mas também por conta das clínicas e instituições especializadas que abriram aqui”, destacou o médico cirurgião Toufic Anbar Neto.

Ao mesmo tempo, cresceu o investimento em tecnologia e em procedimentos inéditos na cidade. Para se ter uma ideia, o IMC foi o pioneiro no implante de marcapasso no estado de São Paulo, responsável pelo primeiro estudo de eletrofisiológico do País, da primeira cirurgia cardíaca de troca de válvula e o primeiro a realizar cirurgias com uso de veias do cordão umbilical no Brasil.

Desafios da rede hospitalar

No Brasil, levantamento realizado pela Federação Brasileira dos Hospitais (FBH), em parceria com a Confederação Nacional de Saúde, mostra que, atualmente, o Brasil conta com 6.642 hospitais, sendo que a maioria (4.466) é da rede particular.

“A rede hospitalar brasileira é composta majoritariamente de hospitais gerais (60%), que são aqueles equipados para atender urgências e emergências, realizar procedimentos cirúrgicos e oferecer internamentos. Portanto, pelo perfil, podemos deduzir que os atendimentos de urgência e emergência estão entre os atendimentos mais demandados”, destacou o presidente da FBH, Adelvânio Francisco Morato.

Os dados da FBH mostram que, entre os anos de 2010 e 2021, foram abertos 2.341 hospitais privados no Brasil, enquanto 2.702 foram fechados. “A rede hospitalar brasileira já vinha registrando perdas de estabelecimentos e de leitos hospitalares antes mesmo da pandemia. Basta constatar que em 2010 tínhamos cerca de 400 hospitais e 30 mil leitos a mais do que temos hoje, 12 anos depois. O que a pandemia fez, na verdade, foi piorar a situação econômica de grande parte dos estabelecimentos, sobretudo dos que não estavam na linha de frente dos atendimentos, e escancarar todas as fragilidades que o setor apresentava”.

Para ele, a pandemia mostrou a importância estratégica do investimento nos hospitais de pequeno e médio porte do Brasil (unidades com até 100 leitos), hoje responsáveis por cerca de 70% de toda a rede de estabelecimentos. “Esses hospitais estão localizados em sua larga maioria em cidades do interior, com menos de 500 mil habitantes. Mais da metade deles realiza atendimentos pelo SUS como prestadores de serviços, sendo que em algumas regiões são a única opção de atendimento para população. É preciso diminuir a carga tributária que incide sobre esses estabelecimentos; revisar urgentemente os valores da tabela de procedimentos do SUS; criar linhas de financiamento para socorrer hospitais de pequeno porte (muitos deles são filantrópicos); estabelecer políticas que consolidam as parcerias público-privadas no setor; e ampliar o financiamento da saúde para a ampliação da assistência hospitalar em todo o País”, defendeu.

Rede municipal

Em Rio Preto, a rede municipal de saúde é a responsável pela maioria dos atendimentos. São 29 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), três Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), dois pronto-socorros, um Centro Médico de Especialidades e de Atendimento da Mulher. A rede é responsável por 50 mil atendimentos por dia da cidade.

A saúde de Rio Preto

1540 – ano da criação do primeiro hospital do Brasil, a Santa Casa de Misericórdia de Olinda, em Pernambuco, que funcionou até 1630. Três anos depois, em 1543, é inaugurada a Santa Casa de Misericórdia de Santos (SP), que existe até hoje, sendo o hospital mais antigo do País em operação.

1887 - é implantada a primeira farmácia de Rio Preto: a “Pharmácia Popular”, de Benedicto Tavares Lisboa, na esquina das ruas Tiradentes e Bernardino de Campos. Em uma cidade sem hospital, foi em uma farmácia que, em 1897, Rio Preto teve seu primeiro registro de vacinação.

1908 – começa a nascer a ideia da construção do primeiro hospital da cidade. Por iniciativa de maçons rio-pretenses, nasce o projeto da Santa Casa de Rio Preto. Na Câmara Municipal, em 1909, a instalação foi discutida e uma diretoria eleita, com o objetivo de obter verbas municipais para o projeto. Um obstáculo foi a falta de um prédio adequado para o funcionamento.

1911 - A Liga Operária, fundada pelo professor José Palma, decidiu prestar serviços à comunidade e reuniu pedreiros e carpinteiros para ajudar nas obras, sem nada cobrar pelos serviços. Foi o início de atendimento da Santa Casa. Entretanto, apesar dos esforços, em 1915, a Santa Casa fechou suas portas por falta de recursos.

1918 - A epidemia de gripe espanhola fez com que a Santa Casa de Rio Preto fosse reaberta, em 1918, entretanto, depois do término da epidemia a instituição teve novamente suas atividades paralisadas.

1922 - Finalmente, em 12 de março de 1922, foi lançada a pedra fundamental para a construção do prédio da Santa Casa de Misericórdia de Rio Preto e a instituição foi reaberta. Nos primeiros anos, o principal médico foi o doutor Fritz Jacobs.

1924 - O Hospital Santa Helena é fundado. A instituição foi a principal da região de Rio Preto, na primeira metade do século 20. Para se ter uma ideia, no início dos anos 20, foram realizadas no Hospital Santa Helena as primeiras operações de estômago, fígado e intestino do interior do estado de São Paulo.

1926 – Rio Preto ganha o primeiro equipamento de raio-X através do Hospital Santa Helena. Por muito tempo, foi o único da região, proporcionando o desenvolvimento da medicina de Rio Preto

1949 - surge o Hospital e Maternidade Nossa Senhora das Graças, destinado a gestantes. Hoje, a instituição está fechada.

1952 – iniciam-se as obras Hospital Infante Dom Henrique da Beneficência Portuguesa, que somente foi inaugurado e teve atendimento à população de Rio Preto e região a partir de abril de 1968.

1953 – começa a funcionar o Hospital Adolfo Bezerra de Menezes, com a missão de tratar pacientes com transtornos mentais e oferecer serviços para os mais desprovidos da sociedade.

1954 - iniciam-se as obras do Hospital das Clínicas, hoje Hospital de Base, que somente foi inaugurado em 12 de junho de 1967 para atendimento da população. A ideia era implantar um hospital regional público, no estilo do que já existia em Araraquara.

1963 - é realizada a primeira cirurgia cardíaca no Brasil, fora das grandes capitais, em Rio Preto. A operação foi realizada no Hospital Santa Helena, graças ao pioneirismo do doutor Domingo Braile.

1968 – Com a construção de dois novos hospitais a partir da década de 1950, cresce o desejo da instalação de uma faculdade de medicina em Rio Preto. O sonho virou realidade em 1968, quando o Conselho Federal de Educação autorizou o funcionamento da Faculdade Regional de Medicina de São José do Rio Preto (Farme).

1970 - ano que Hospital de Base de Rio Preto é instituído como de caráter filantrópico e como hospital de ensino da Faculdade Regional de Medicina de Rio Preto (Farme), hoje, Famerp. 

1971 - surge o Hospital Ielar, que em crise fechou as portas no dia 29 de março de 2017. O hospital era responsável por uma média de sete mil atendimentos por mês na cidade.

1975 – um grupo de médicos formados e de professores da primeira turma de medicina da Famerp compra um terreno e resolve construir um hospital. No dia 19 de janeiro de 1980, o Hospital Austa é inaugurado. Dois dias depois, inicia-se o seu funcionamento ao público.

1977 – é realizado o primeiro transplante em Rio Preto. O pioneirismo aconteceu no Hospital Beneficência Portuguesa com um transplante de rins. Somente em 1992 o Hospital de Base realizou seu primeiro transplante de órgãos (rim), tornandose referência neste tipo de procedimento.

1980 – inaugurado o Hospital Nossa Senhora da Paz, em uma das áreas mais valorizadas de Rio Preto. Na época, o hospital tinha 115 leitos, sendo considerado referência regional. Em 2002, por causa de dificuldades financeiras, fechou as portas.

1980 – medicina de Rio Preto começa a ganhar nichos de especialização. Assim, nasce o primeiro hospital segmentado da cidade, quando um grupo de oftalmologistas cria o Instituto de Olhos Rio Preto (IORP). Desde os anos 2000, o hospital passou a se chamar Horp. Na mesma década, é criado o Instituto Maniglia. Hoje, conhecido como Hospital de Otorrinolaringologia e especialidades (HIORP).

1991 – com ascensão das clínicas médicas particulares e o advento da especialização médica na cidade, nasce a Fundação da Clínica de Olhos Redentora. Dez anos depois, a fundação passa a ser HO Redentora, especializando-se também em ser um hospital dos olhos

1994 – Faculdade Regional de Medicina de São José do Rio Preto (Farme) é estadualizada e passa a ser chamada de Faculdade de Medicina de Rio Preto (Famerp). Com investimentos públicos, instituição passa a ser reconhecida pelas suas pesquisas.

2005 - Associação e Fraternidade São Francisco de Assis na Providência de Deus adquire prédio do antigo Hospital do Lago, que permaneceu fechado e inacabado durante décadas no município, nascendo o Hospital-Lar Nossa Senhora das Graças na Providência de Deus, especializado no acolhimento e atendimento de pessoas idosas, portadoras de deficiências moderadas ou graves, fora de possibilidade terapêutica (FPT).

2009 – inaugurado o Hospital João Paulo 2º e o Ambulatório Médico de Especialistas (AME) de Rio Preto, com objetivo de suprir o déficit na oferta de serviços de média e alta complexidade ambulatorial para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) da região.

2012 – inauguradas mais duas faculdades de medicina em Rio Preto. Através de autorização do Conselho Nacional de Saúde e do Ministério da Educação, Faceres e Unilago iniciam aulas das suas primeiras turmas. 2013 – nasce o Hospital da Criança e Maternidade, chamado carinhosamente de HCM. O hospital que funciona integrado ao Hospital de Base é dedicado às crianças e às mães.

2019 – Primeira cirurgia robótica da região de Rio Preto é realizada no Hospital Beneficência Portuguesa. O procedimento foi uma prostatectomia, em um homem de 78 anos, diagnosticado com câncer de próstata.

2020 – Famerp é selecionada para testar vacina contra a Covid-19. O imunizante utilizado nos testes foi desenvolvido pela farmacêutica chinesa Sinovac Biotech. Após aprovação da Anvisa, Coronavac é aplicada nos brasileiros a partir de 2021. 

Hospital-Lar Nossa Senhora das Graças na Providência de Deus

Hospital-Lar Nossa Senhora das Graças na Providência de Deus

Especializado no acolhimento e atendimento de pessoas idosas, portadoras de deficiências moderadas ou graves, fora de possibilidade terapêutica (FPT). Além dos pacientes de longa permanência, o hospital atende pacientes geriátricos encaminhados pela rede municipal e estadual de saúde, que precisam de cuidados específicos até a reabilitação ou cuidados paliativos

Hospital João Paulo 2º/ AME

Hospital João Paulo 2º/ AME

Hospital público que tem a função de desafogar os hospitais terciários da região, realizando um número expressivo de cirurgias eletivas. Também considerado a principal referência em oftalmologia no interior paulista, realizando mais de 500 cirurgias de catarata por mês. Atualmente, contabiliza 105 leitos, sendo 9 de UTI adulto. Em média, mil pessoas passam por dia pelos corredores do hospital, sendo 100% pelo SUS

Hospital Bezerra de Menezes

Hospital Bezerra de Menezes

Hospital especializado no atendimento de pacientes com transtornos mentais, tendo começado a funcionar em 1953. Atualmente, é um dos únicos hospitais psiquiátricos do interior do Estado de São Paulo. Atende, em média, mil pessoas por mês na emergência psiquiátrica e realiza 100 internações mensais, sendo 75% de todos os atendimentos via SUS e somente 25% dos atendimentos são por meio particular ou de convênios

Austa Hospital

Austa Hospital

Conhecido pelo uso de tecnologia em seus procedimentos, o Austa nasceu quando um grupo de médicos formados e professores da primeira turma de medicina da Famerp resolveu construir um hospital na década de 70. Atualmente, possui 40 leitos de UTI, sendo 34 para adultos e 6 para crianças, e outros 100 leitos de enfermaria. Em média, mil pessoas passam por dia pelos corredores do Austa Hospital, sendo 100% atendidos por meio da rede particular

Hospital de Base

Hospital de Base

Maior complexo hospitalar de Rio Preto, a Fundação Faculdade Regional de Medicina (Funfarme) conta com 8.344 funcionários no Hospital de Base e no Hospital da Criança e Maternidade. O HB atualmente possui 770 leitos de enfermaria e 158 de UTI para adultos. Já o Hospital da Criança e Maternidade, contabiliza 135 leitos de enfermaria e 35 de UTI. Em média, 8,3 mil pessoas passam por dia pelos corredores dos hospitais, que atendem 85% dos pacientes via SUS e 15% por meio da rede particular ou convênios.

(Johnny Torres/ Arquivo)

Beneficência Portuguesa

Beneficência Portuguesa

O hospital é conhecido pelo pioneirismo e uso da tecnologia em procedimentos cirúrgicos. Em 1977, foi o primeiro a realizar transplante de órgãos da cidade (rins). Atualmente, conta com 54 leitos de UTI e 151 de apartamentos e coletivos. Em média, 4 mil pessoas passam por dia pelo hospital, sendo 90% de convênios médicos, 9,5% de forma particular e 0,5% por meio do SUS  

Hospital Santa Helena

Hospital Santa Helena

Com atendimentos de adultos e idosos, o Hospital Santa Helena é conhecido por ter sido o principal de Rio Preto na primeira metade do século 20. Atualmente, conta com 60 leitos de enfermaria e 12 de UTI, com projeto de ampliação. Em média, 200 pessoas passam por dia pelo hospital, que atende 85% dos pacientes por meio de planos de saúde e 15% da rede particular

Santa Casa de Rio Preto

Santa Casa de Rio Preto

Hospital mais antigo da cidade, a Santa Casa é o principal em atendimento SUS para os moradores de Rio Preto. Atualmente, conta com 306 leitos, sendo 260 de enfermaria, 10 de UTI para crianças e 36 para adultos. Em média, 400 pessoas passam por dia pela Santa Casa de Rio Preto

 
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