Comece hoje pagando a partir de R$5/mês no plano mensal
OPERAÇÃO

Polícia Civil de Rio Preto mira grupo de São Paulo suspeito de aplicar golpes bancários

Seis mandados de busca e apreensão foram cumpridos no Capão Redondo; três investigados foram localizados, um deles apontado como líder

por Gustavo Terao
Publicado em 12/08/2026 às 10:18Atualizado em 12/08/2026 às 10:22
Três investigados foram conduzidos, sendo eles um apontado como um líder do grupo (Divulgação/Polícia Civil)
Galeria
Três investigados foram conduzidos, sendo eles um apontado como um líder do grupo (Divulgação/Polícia Civil)
Ouvir matéria

A Polícia Civil de Rio Preto realizou na manhã desta quarta-feira, 11, a segunda fase da operação contra uma organização criminosa especializada no golpe bancário conhecido como "Golpe da Mão Fantasma" ou "Falsa Central de Segurança Bancária". A ação foi realizada no Capão Redondo, Zona Sul de São Paulo.

Segundo a Divisão Especializada em Investigações Criminais (Deic), ao todo seis mandados de busca e apreensão foram cumpridos no Capão Redondo.

O grupo foi rastreado através das movimentações financeiras, permitindo que os policiais identificassem os responsáveis pelos golpes bancários.

Durante a investigação, foram localizados três investigados, que foram conduzidos a uma delegacia. Um deles é apontado como líder da organização criminosa. Também foram identificados outros membros que ocupam posições de comando dentro do grupo.

Os policiais apreenderam dinheiro em espécie, celulares, cartões bancários e outros dispositivos eletrônicos. A operação contou também com o apoio do Setor de Combate ao Crime Organizado e Lavagem de Dinheiro (Seccold) e 2ª Equipe da DIG.

Como funciona o golpe

Na fraude, os criminosos entram em contato com as vítimas se passando por funcionários de agências bancárias alegando ter identificado supostas movimentações suspeitas nas contas.

Os golpistas convencem as vítimas a instalarem aplicativos ou permitirem acesso remoto ao celular ou computador. Com a permissão, os criminosos podem acessar aplicativos bancários, realizar transferências, pagamentos e outras operações.

A Polícia Civil continua investigando o caso para identificar os demais membros da organização e esclarecer suas funções no esquema fraudulento.