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Diário da Região

05/04/2015 - 01h23min

ESPIRITUALIDADE

A força do pensamento amoroso

ESPIRITUALIDADE

Stock Images/Divulgação NULL
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Não é de hoje que a ciência vem pesquisando a força da mente e das emoções e já fala em tipos de energia diferentes das que atualmente se conhece, uma vez que não são detectáveis por instrumentos, nem explicáveis pelos conceitos comuns. Nesse rol está uma que denominamos energia psíquica, ou psicoenergia, gerada pela produção ilimitada de pensamentos, pelas ações, pelos sentimentos e pelas emoções. Por isso, tanto pode ser positiva, quanto negativa, dependendo dos sentimentos e das intenções das pessoas que a geraram. Em cima disso, pesquisadores já estão se convencendo de que o amor é a energia de cura mais poderosa e o catalisador mais potente para transformações. 

A existência dessa energia ficou plenamente demonstrada em experiências realizadas em universidades norte-americanas, como a Universidade da Califórnia e a Universidade de Washington. Numa dessas experiências, algumas plantas foram objeto de ódio por grupos de voluntários, enquanto outras recebiam vibrações de amor e carinho. As primeiras murcharam e algumas até morreram, ao passo que as outras, que receberam pensamentos e sentimentos de amor, ficaram cada vez mais exuberantes. Isso prova que há uma energia psíquica que pode ter efeitos benéficos ou maléficos, de acordo com as intenções do seu emissor. 

EFEITOS SENTIDOS NA ÁGUA

Durante oito anos, o pesquisador japonês Masaru Emoto e sua equipe fotografaram cristais de água congelada que havia sido submetida às vibrações de pensamentos, sentimentos, palavras, ideias e músicas. A água que recebera vibrações, ou seja, pensamentos e sentimentos positivos como amor e paz apresentaram belas figuras geométricas, como se fossem joias esculpidas em sua estrutura molecular. O mesmo aconteceu quando a água foi submetida à presença de música clássica suave e harmoniosa, da prece e até mesmo de palavras de amor e gratidão

Pesquisa japonesa comprova

Um pesquisador e cientista japonês, Masaru Emoto, também quis provar o poder da mente humana e fez alguns experimentos. Um dos que mais geraram polêmica foi o do arroz. Emoto colocou três porções de arroz cozido em frascos de vidro separados. Em um deles, o cientista escreveu "Thank You, I Love You" ("Obrigado, Eu Te Amo"), em outro "I Hate You, You Fool" ("Eu Te Odeio, Seu Idiota", em tradução livre), e o terceiro foi totalmente ignorado. 

Durante 30 dias, ele pediu aos alunos que gritassem pra cada um dos frascos o que estava escrito neles. No final desse tempo, o arroz do frasco com o pensamento positivo tinha começado a fermentar, largando um aroma agradável; o segundo estava praticamente todo preto; e o frasco ignorado era um acúmulo de bolor, caminhando para a decomposição. Outro experimento foi feito com água, e os efeitos foram semelhantes: a água que recebeu vibrações, ou seja, pensamentos e sentimentos positivos como amor e paz, apresentou belas figuras geométricas. 

ANTÍDOTO ANTIESTRESSE

t Uma pesquisa da Universidade de Exeter, na Inglaterra, concluiu que o amor pode amenizar e até evitar que o estresse se instale. No estudo, os pesquisadores investigaram o cérebro de 42 pessoas, que foram divididas em dois grupos: um deles teve contato com imagens de amor e carinho, e o outro, além dessas imagens, viu também fotos de pessoas raivosas e brigando. Quem teve contato com as duas imagens não foi impactado pelas imagens raivosas, não aderiu a esse sentimento. A pesquisa concluiu que o amor e o carinho são capazes de reduzir a sensação causada por pequenas ameaças negativas, como o estresse

Sistema mente-corpo

O amor não é apenas a inspiração dos poetas e místicos, é também uma energia palpável, transmissível, que pode curar. A força do amor foi explorada por estudiosos como o psicanalista e sociólogo alemão Erich Fromm (1900-1980) e também por Bernie Siegel, em "Amor, Medicina e Milagres" (Best Seller). "Minha função como médico não reside apenas em receitar o tratamento correto, mas em ajudar o paciente a encontrar uma razão interior para viver, solucionar os conflitos e libertar a energia benéfica. Se eu conseguir ensinar uma pessoa a ficar de bem com a vida, a sentir amor por si mesma e pelos outros, a alcançar a paz de espírito, é possível que se verifiquem as necessárias mudanças, a cura", diz Siegel.

Em seu livro "Cura Quântica" (Best Seller), o médico endocrinologista indiano Deepak Chopra explica que essa cura afasta-se dos métodos da alta tecnologia e penetra nos meandros mais profundos do sistema mente-corpo. "É nesse núcleo que ela se inicia. Para atingi-lo e aprender a provocar a resposta de cura é necessário que você atravesse todos os níveis mais densos do corpo: células, tecidos, órgãos e sistemas; atingirá, então, o ponto de união entre a mente e a matéria, o ponto em que a consciência realmente começa a causar efeito." 

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