Diário da Região

20/07/2015 - 16h57min

São Paulo

Taxas futuras de juros caem com aposta de aperto menor da Selic

São Paulo

Os juros futuros começaram a semana que antecede a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) com taxas em queda, refletindo tanto a percepção de que poderá haver redução no ritmo de alta da Selic no próximo encontro, quanto a perspectiva de que, em um futuro não muito distante, haverá condições para que o Banco Central inicie um ciclo de distensão monetária. Ao término da sessão regular na BM&F desta segunda-feira, 20, o DI janeiro de 2016 fechou em 13,99%, de 14,02% no ajuste da sexta-feira, e o DI janeiro de 2017 caiu de 13,45% para 13,33%. Nos longos, o DI janeiro de 2021 encerrou em 12,52%, de 12,62% no ajuste da sexta. Antes da abertura, o BC divulgou a pesquisa Focus, que mostrou nova queda na mediana das estimativas do mercado para o IPCA em 2016 e 2017, para mais perto do centro da meta de 4,5%. O levantamento tinha tudo para aliviar as taxas, mas o movimento foi limitado pelas preocupações com o quadro político, depois que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), rompeu com o governo na sexta-feira. No meio da manhã, as taxas se firmaram em baixa, em reação à informação da coluna do jornalista Fábio Alves, publicada no Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. De acordo com uma fonte do governo, a ancoragem das expectativas inflacionárias está acontecendo mais rapidamente do que o governo previa e poderá abrir espaço para queda da taxa em algum momento no futuro. À tarde, as taxas futuras foram às mínimas, com os investidores acentuando a redução de posições compradas e em razão da informação, publicada pelo Broadcast, de que economistas que estiveram com diretores do Banco Central desde a última sexta-feira afirmam que a autoridade monetária tem se surpreendido com a queda dos dados de atividade, mais forte do que o esperado. Na curva a termo de juros, a aposta de que o Copom vai diminuir o compasso de alta da Selic para 0,25 ponto porcentual é majoritária. Porém, o quadro é diferente nos Departamentos Econômicos. Segundo pesquisa do AE Projeções, de 42 instituições do mercado financeiro, 28 veem avanço da taxa em 0,5 ponto e 14 acreditam em aumento de 0,25 ponto.

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