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Diário da Região

27/08/2015 - 10h20min

Rio

Relatório mostra que testes em Libra podem ficar para 2017

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Considerado prioridade no Plano de Negócios da Petrobras para o próximo ano, o Teste de Longa Duração (TLD) da área de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos, pode ficar para 2017. O teste funciona como um ensaio de produção na área de fato, que deve ocorrer em 2020. A perspectiva de atraso é da empresa estatal Pré-sal Petróleo S.A. (PPSA), representante da União na exploração e desenvolvimento da principal área do pré-sal já descoberta e a primeira a ir a leilão sob regime de partilha de produção, há dois anos. Em relatório de atividades semestrais, encaminhado ao Ministério de Minas e Energia, a empresa indica que a unidade de produção já contratada pode entrar em operação "no início de 2017". O texto contraria a informação anteriormente prestada pela Petrobras, operadora da área, que, em seu plano de negócios, prevê o início do TLD no segundo semestre de 2016. De acordo com o documento da PPSA, a Petrobras iniciou em junho a perfuração de dois novos poços exploratórios na área chegando a quatro perfurações além do poço pioneiro. Os novos poços ficam localizados na área noroeste do campo e até o momento ainda não apresentaram indícios de óleo, conforme dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP). Ao todo, estão previstas até 11 unidades de produção entre 2021 e 2030, considerando o pico de produção de petróleo para 2026. A contratação da plataforma para a realização de testes em Libra foi definida no final do último ano, com o consórcio formado por Odebrecht Óleo e Gás (OOG) e Teekay. O valor estimado da licitação é de US$ 1 bilhão e a construção está sendo feita no estaleiro Jurong, em Cingapura. A unidade terá capacidade diária de 50 mil barris por dia - será a primeira produção em larga escala da área, com reservas estimadas de 8 bilhões a 12 bilhões de barris. O consórcio garante a entrega da unidade no final de 2016 mas nunca comentou a data de início da operação da unidade, sob responsabilidade da Petrobras. No Plano de Negócios e Gestão da estatal, apresentado em junho, a companhia também estimou o início da produção em 2016. Mas a PPSA já trabalha com uma data posterior, conforme indica o documento encaminhado ao MME. "Foi concretizada a contratação do FPSO (navio-plataforma), atualmente em fase de construção em Cingapura, previsto para ser usado em um teste de longa duração (TLD) e quatro sistemas de produção antecipada (SPA), todos com reinjeção do gás. A produção do primeiro óleo em Libra, proveniente do TLD, está prevista para ocorrer entre o fim de 2016 e o início de 2017. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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