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Diário da Região

27/06/2015 - 00h00min

Panorama

‘Melhora na economia deve vir só em 2017’, afirma Skaf

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Johnny Torres Skaf coversa com empresários na regional do Ciesp ontem
Skaf coversa com empresários na regional do Ciesp ontem

O cenário da indústria na região de Rio Preto tem se mostrado mais preocupante que outras áreas da economia local. Enquanto comércio e serviços, por exemplo, mesmo nos momentos mais difíceis, continuam contratando, a indústria de transformação segue com resultados negativos.

Em maio, segundo levantamento do Centro das Indústrias de São Paulo (Ciesp), a região de Rio Preto, composta por 102 municípios, teve queda de 0,96% no número de postos de trabalho, o que representa uma baixa de aproximadamente 850 vagas. Além disso, com mais esse resultado negativo, a região completou um ano sem que as contratações superassem as demissões.

As demissões seriam, segundo empresários ligados ao setor, resultado do enfraquecimento da economia e da falta de incentivos direcionados a indústria. Diante das muitas incertezas, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), do Ciesp, e do Sebrae-SP, Paulo Skaf, passou por Rio Preto ontem para discutir com empresários as ações da Fiesp para tentar amenizar o problema.

“Todos os indicadores estão ruins, por isso, é difícil esperar por uma melhora no segundo semestre enquanto ainda estamos seguindo em uma direção de baixa. Não vemos sinais de melhora em nenhum dos índices. Esse ano já era. O ano de 2016 vai ser difícil e a melhora deve vir apenas em 2017”, disse Skaf.

Segundo o diretor regional do Ciesp, Luiz Fernando Lucas, ser empresário deixou de ser uma atividade de risco e passou a ser uma atividade pesada. “Risco faz parte de qualquer empreendimento. No entanto, atualmente há apenas o sofrimento. O País peca pela política industrial. Precisamos diminuir o peso tributário.”

Skaf disse que a Fiesp está lutando para evitar que o aumento do imposto sobre o faturamento, proposto pelo governo, se concretize. “Nesses momentos de crise, o certo é diminuir despesas do governo e não aumentar encargos para a população. Aumento de juros, por exemplo, é inibir demanda. Mas, quando já não há demanda, é matar a economia.”

 

 

 

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