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Diário da Região

19/09/2015 - 10h22min

Cingapura

Líder do AIIB diz que até 20 países querem entrar no banco liderado pela China

Cingapura

O Banco Asiático de Infraestrutura e Investimento (AIIB, na sigla em inglês), uma instituição liderada pela China, já recebeu até 20 sondagens de possíveis novos membros, afirmou seu presidente designado, Jin Liqun. O banco deve começar a financiar seus primeiros projetos em até seis meses, segundo ele. Durante conferência em Cingapura, Jin garantiu que o novo banco não selecionará projetos para favorecer companhias chinesas e não agirá como um "banco da China". De acordo com o economista, o AIIB investirá em projetos de infraestrutura como rodovias e no setor elétrico, mas pode expandir seu portfólio para investimentos associados, como em meio ambiente. "Alguns projetos estão bastante avançados", comentou Jin. O AIIB foi lançado em junho com representantes de 57 países presentes, sendo que 50 deles já haviam assinado sua entrada na iniciativa. O banco sediado em Pequim é um dos vários projetos que o presidente Xi Jinping lançou recentemente, a fim de expandir a influência e o peso financeiro do país no Sudeste Asiático e na Ásia Central. O banco foi apontado como uma vitória da propaganda chinesa, quando aliados dos EUA como o Reino Unido e a Alemanha decidiram participar. "O AIIB será um bom cidadão global", afirmou Jin, que foi apontado no mês passado como líder interino da instituição, após ser vice-ministro das Finanças da China. Segundo ele, haverá transparência, abertura, independência e prestação de contas na instituição. Jin lembrou que Pequim é o maior acionista, mas isso não significa que o AIIB é um banco da China. Pela estrutura do banco, a China tem mais peso nas decisões, como acionista majoritária, mas o país desistiu de seu poder de veto nas operações do dia a dia, o que ajudou a conquistar o apoio de vários membros. É razoável que o AIIB espere uma taxa de retorno de até entre 6% e 10%, segundo Jin, que não mencionou um prazo para o retorno dos investimentos. "No geral, o banco tem que ser rentável", ponderou. "Nós não devemos ter muito apetite por risco, mas sem risco não há retornos", disse. Fonte: Dow Jones Newswires.

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