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Diário da Região

12/10/2016 - 00h00min

ECONOMIZE

Etanol continua subindo nos postos de Rio Preto

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Guilherme Baffi Esses eram os menores valores praticados em Rio Preto para o etanol, a gasolina e o diesel
Esses eram os menores valores praticados em Rio Preto para o etanol, a gasolina e o diesel

Depois de disparar na semana passada, o litro do etanol nos postos de Rio Preto continua subindo. O preço máximo encontrado pela pesquisa passou de R$ 2,699 para R$ 2,759, um aumento de R$ 0,06 em uma semana. O preço mínimo também foi reajustado. Na semana passada, o litro mais barato do etanol era vendido a R$ 2,399. Nessa semana, o mais em conta que o consumidor encontrará é R$ 2,499, um aumento de R$ 0,10. Essa alta é resultado da elevação nos preços nas usinas. 

Segundo o indicador Cepea/Esalq, os preços dos etanóis anidro e hidratado tiveram novos aumentos nas usinas na última semana. Entre 3 e 7 de outubro, o preço do hidratado era de R$ 1,7604/litro, aumento de 1,76% frente ao da semana anterior. Segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo (Sincopetro), Roberto Uehara, essa tendência de alta na fonte deve continuar afetando o preço do etanol na bomba pelo menos até o fim de outubro. “As usinas estão subindo o preço e as distribuidoras repassam automaticamente.”

Já a gasolina teve reajuste apenas no seu valor mínimo, diminuindo a diferença entre os postos. Na semana passada, o posto que vendia a gasolina mais barata comercializava o litro por R$ 3,449. Nesta semana, o mais barato cobra R$ 3,499, um aumento de R$ 0,05. Com isso, a variação entre o praço máximo e o mínimo, que era de R$ 0,25, passou para R$ 0,20. Com mais esse aumento do derivado da cana-de-açúcar, a competitividade com a gasolina ficou ainda mais comprometida. Levando em conta tanto os preços mínimos quanto os preços máximos pesquisados, a gasolina se mostra mais vantajosa.

Clique AQUI para ver a tabela de preços:

JUROS

 

Arte - Taxa de Juros - 12102016 Clique na imagem para ampliar

Taxas sofrem nova alta

Todas as taxas de juros para operações de crédito para pessoa física tiveram alta em setembro de 2016, aponta o levantamento mensal feito pela Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Essa é a nona elevação em 2016 e vigésima quarta elevação consecutiva. A taxa média para pessoa física subiu 1,35%, passando de 8,13% em agosto para 8,24% em setembro, sendo esta a maior taxa de juros desde julho de 2003. Das seis taxas pesquisadas, a maior elevação foi a registrada pelo cheque especial, que subiu 2,47% na comparação com agosto. A taxa passou de 12,16% ao mês para 12,46%, o maior valor desde março de 1999. A segunda maior elevação foi a do cartão de crédito. 

A taxa mais alta por mês para a pessoa física subiu ainda mais, com uma variação 1,31% em setembro, passando de 15,29% ao mês em agosto para 15,49% ao mês. Segundo Miguel José Ribeiro De Oliveira, diretor executivo de estudos e pesquisas econômicas da Anefac, estas elevações podem ser atribuídas aos seguintes fatores: “Cenário econômico que aumenta o risco do crescimento nos índices de inadimplência. Isso se deve ao fato dos índices de inflação mais elevados, ao aumento de impostos e aos juros cada vez maiores reduzirem a renda das famílias. Além disso, a recessão econômica, o que deve promover no crescimento dos índices de desemprego.

Tudo isto somado e o fato de que as expectativas para 2016 serem igualmente negativas leva as instituições financeiras a aumentarem suas taxas de juros para compensar prováveis perdas com a elevação da inadimplência”. Já para os próximos meses, Miguel acredita que, tendo em vista o cenário econômico atual, que aumenta o risco de elevação dos índices de inadimplência, a tendência é de que as taxas de juros das operações de crédito voltem a ser elevadas nos próximos meses. “Há, entretanto, a possibilidade do Banco Central começar a flexibilizar sua política monetária a partir deste mês reduzindo a Taxa Básica de Juros (Selic). Se este fato ocorrer pode contribuir para que as taxas de juros das operações de crédito comessem igualmente a ser reduzidas nos próximos meses. Mas isto vai depender de que a inadimplência fique estável”, explica.

PESSOA JURÍDICA

Para a pessoa jurídica, o cenário é semelhante. Das três linhas de crédito pesquisadas, todas foram elevadas no mês.
A taxa de juros média geral para pessoa jurídica apresentou uma elevação de 0,06 ponto percentual no mês correspondente a uma elevação de 1,26% passando a mesma de 4,75% ao mês em agosto para 4,81% ao mês em setembro, sendo esta a maior taxa de juros desde agosto de 2003.

 

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