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Diário da Região

28/01/2016 - 11h58min

São Paulo

Economia atingiu seu ponto mais crítico em 2015, diz presidente do Bradesco

São Paulo

A economia brasileira atingiu seu ponto mais crítico no ano de 2015, na opinião do presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi. "Em 2016, sentimos um retorno gradual da confiança com relação à economia brasileira. Também sentimos em Davos que o Brasil continua na rota dos investidores", afirmou ele, em teleconferência com a imprensa, na manhã desta quinta-feira, 28. Os fatores que atraem os investidores para o Brasil, segundo o executivo, incluem o câmbio, os preços dos ativos e as e oportunidades de reestruturação e atividades de fusões e aquisições (M&A, na sigla em inglês). "Existe uma agenda longa que o País deve perseguir. Os bancos, o Bradesco em particular, vão trabalhar para manter solidez e solvência do sistema bancário de forma a ajudar a recuperação mais rápida da economia", disse Trabuco. Carteiras de crédito O presidente do Bradesco afirmou que após anos ininterruptos de crescimento, o Brasil conseguiu fazer com que o crédito superasse o patamar dos 50% do Produto Interno Bruto (PIB), mas, agora, segue em trajetória de acomodação. "Diante do ciclo adverso, a curva de performance das carteiras de crédito dá sinais de acomodação por conta da desaceleração da atividade econômica, que esfriou a demanda de novos empréstimos de pessoas e empresas", avaliou. No ano passado, conforme dados divulgados pelo Banco Central, o crédito no Brasil cresceu 6,6%, o menor patamar de crescimento em quase uma década. De acordo com Trabuco, o menor apetite de indivíduos e empresas para tomar crédito não é bom sinal, mas é um alento. Indica, segundo ele, que estão agindo com responsabilidade no momento de tomar risco diante de um cenário indefinido. Neste contexto, o foco dos bancos, conforme Trabuco, é priorizar a saúde da carteira de empréstimo. O Bradesco, segundo ele, vai preservar níveis de crescimento na medida da possibilidade do quadro geral da economia. Provisões Em relação às provisões para devedores duvidosos, as chamadas PDDs, o presidente do Bradesco disse que estão em um nível "bastante aceitável" e "compatível" com as expectativas do banco e com as condições da economia no ano de 2015. "É uma situação gerenciável. Temos capacidade e flexibilidade de ajustar as provisões para não pressionar o resultado no futuro", afirmou Trabuco. Ele afirmou ainda que a "obsessão" do Bradesco no ano que passou foi eficiência operacional, com o banco atingindo o patamar histórico de 37,5%.

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