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Diário da Região

06/10/2015 - 15h11min

São Paulo

Anfavea revela que possui 7,2 mil funcionários em lay-off e 33 mil no PPE

São Paulo

O presidente da Associação Nacional das Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, informou nesta terça-feira, 6, que o setor conta hoje com 7,2 mil funcionários em condição de lay-off e outros 33 mil cadastrados no Programa de Proteção ao Emprego (PPE). "O PPE é uma medida para ajudar as empresas a passarem por um período de transição difícil, e é muito adotado em países como a Alemanha", disse Moan, acrescentando que espera uma retomada do crescimento das vendas "em algum momento do ano que vem". A indústria automobilística eliminou 742 vagas em setembro. Após as recentes demissões, o setor encerrou o nono mês do ano com 133.609 empregados, queda de 0,6% na comparação com agosto e recuo de 9,6% ante o mesmo mês do ano passado. Com o resultado, a indústria automotiva já demitiu 10,9 mil empregados em 2015. IPI Luiz Moan disse também nesta terça-feira que, se o governo adotar uma alta de 1,0 ponto porcentual na alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o setor automotivo deverá reagir com uma queda de 3,0% nas vendas. Caso haja uma redução de 1,0 ponto porcentual na alíquota, continuou Moan, as vendas apresentariam um avanço de 2,5% nas vendas. Ele defendeu que as reduções de impostos ao setor não devem ser encaradas como um incentivo fiscal, pois todas as diminuições de tributos são repassadas ao consumidor final, que compra um produto mais barato. Diesel O presidente da Anfavea afirmou ainda que a associação é contra a liberação de veículos leves com motor a diesel no Brasil. Em setembro, a possível liberação voltou à pauta da Câmara dos Deputados, com a instalação de uma comissão especial para analisar a proposta, após o desarquivamento de projetos de lei apresentados em 2011. De acordo com Moan, a associação é contra a liberação primeiro em razão do programa do etanol, o "programa de combustível renovável de maior sucesso no mundo", considerado pelo executivo como "fundamental para o Brasil". Além disso, acrescentou, a matriz energética brasileira não comportaria o consumo adicional de diesel, "a não ser que seja via importação". "Em se importando diesel, teríamos que ter preço duplo", afirmou. Isso porque, de acordo com o presidente da Anfavea, atualmente o diesel é utilizado na matriz energética nacional basicamente para transporte coletivo de pessoas ou cargas, por meio de veículos pesados, como ônibus e caminhões. "E o governo sempre coloca que há subsídios cruzados da gasolina para favorecer o diesel", lembrou.

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